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quinta-feira, 4 de março de 2010

Filmes 2010

Todos os filmes vistos (ou revistos) em 2010, nos meses de janeiro e fevereiro.

Janeiro

Não Estou Lá
O Labirinto do Fauno
Sociedade dos Poetas Mortos
Sherlock Holmes (2x)
A primeira noite de um homem
Onde Vivem os Monstros
Up In The Air (me recuso a chamá-lo de "Amor Sem Escalas")
Perfume de Mulher
Nine

Total: 9, sendo que assisti Holmes 2 vezes (o que dá 10, no total). Ainda acho uma média baixa, mas garante pelo menos uns 2 filmes por semana.


Melhor de Janeiro: Escolha difícil. Confesso não fazer ideia, gosto muito de todos. Mas acho que voto em Onde Vivem os Monstros, pela expectativa e tudo mais, e a paixão crescente que tenho por este filme.

Pior de Janeiro: Não Estou Lá (eu gosto bastante, não foi a primeira vez que assisti, mas teve concorrentes muito fortes).

Fevereiro

O Fada do Dente
Wall-e
E aí, Meu Irmão, Cadê Você?
Cães de Aluguel
Invictus
Um Lugar Chamado Notting Hill
Moulin Rouge
Zumbilândia
Alice no País das Maravilhas (1903)
Blade Runner

Total: 10. O mês tem menos dias, mas vi o mesmo tanto de filmes, o que melhora a média.

Melhor de Fevereiro: Disputa difícil, de novo. Então, vou considerar só os que eu vi pela primeira vez. Só entre eles já é complicado escolher um, mas chamo a responsabilidade e digo: Invictus.

Pior de Fevereiro: O Fada do Dente. Desqualifiquei Alice no País das Maravilhas (1903) da disputa, obviamente. Mas só porque é uma versão muito antiga, e eu nem deveria considerar colocar ele na disputa, por motivos de justiça. O escolhido, então, não é um filme ruim: é até um bom filme pra sessão da tarde. Mas perto dos outros, tadinho...

Observações:

1. Alice no País das Maravilhas (1903) é a primeira das versões sobre a história. Ainda publicarei algo sobre ele, mas encontra-se facilmente no YouTube e tem duração de cerca de 9 minutos.

2. Não, eu não paguei pra assistir O Fada do Dente. Ganhei o ingresso.

3. Pelo que ando assistindo em Março, escolher melhor e pior no final do mês vai ser difícil também, muito.

Todos os filmes que eu vi (em 2009)

Esta postagem deveria ter saído no final de 2009. Acabei adiando, e adiando, e adiando... enfim. Filmes vistos em 2009, à partir do dia 1º de novembro. Isso porque, como eu já expliquei aqui, desde novembro do ano passado tenho registrado todos os filmes que eu assisti, inclusive com metas.

Estes foram os filmes vistos nos dois últimos meses de 2009:

Ano Um
Desconstruindo Harry
Frankenweenie
Besouro
Vincent
A Primeira Noite de Um homem
500 Dias com Ela
Abraços Partidos
Julie e Julia
2012
A Princesa e o Sapo
Pequena Miss Sunshine
O Poderoso Chefão
Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças
Avatar


 Total: 15 filmes. O que dá menos de 2 filmes por semana, uma média baixa pelo que eu quero manter (e até melhorou nos meses seguintes).


Vale ressaltar que alguns eu já havia assistido, ou seja, nem todos eram inéditos, mas como "reiniciei" a contagem, então entram pra registro.

Melhor filme de "2009": O Poderoso Chefão. Essa é fácil, sempre que ele estiver em uma lista já tem meu voto.

Pior filme de "2009": Besouro. Abraços Partidos, 2012 e até Avatar tinham chances, mas eles tem qualidades que fizeram escapar da degola (até 2012, acredite se quiser). Agora, Besouro, apesar de uma belíssima fotografia e de inovar no gênero aqui no Brasil, peca em excesso - especialmente na parte final, e foi uma frustração indescritível.

Daqui a pouco publico o post com os filmes vistos em 2010 até o momento.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Onde existem os monstros

Série especial sobre Onde Vivem os Monstros - Parte 3/3.

Frustração. Esse foi o primeiro sentimento que me veio à cabeça assim que as luzes da sala de cinema se acenderam. Transportado de volta ao mundo real, outros sentimentos se misturavam e, para entendê-los, é preciso entender como estava sendo o meu dia.

Como puderam ler nas duas partes anteriores sobre a obra de Maurício Sendak, minha expectativa sobre este filme só crescia. Havia, então, me planejado para assistir na estréia. Porém, uma imensa chuva parou a cidade e colocou em risco meu deslocamento para a seção, o que gerou vários desconfortos, misturados à um péssimo dia, me deixando bastante chateado.

Mas, no fim, da mesma forma que o bem sempre vence o mal, o trânsito melhorou e pude ir ao cinema assistir o tão esperado lançamento. Mas, claro, o clima e a animação não eram mais a mesma.

E o filme é, de fato, fantástico. A história é simples, mas intensa. O diretor Spike Jonze (de Quero ser John Malkovich e Adaptação) conseguiu transformar algumas poucas páginas de um livro infantil em uma história densa e emocionante. O garoto Max Records, que interpreta seu xará Max, está fantástico e dá vida ao personagem de uma forma excepcional. E os monstros, então, estão simpáticos e com vida, fazendo arrancar aplausos da iniciativa do diretor de trabalhar com atores reais ao invés de computação gráfica.

Enfim, a história merece uma análise profunda que eu não vou me arriscar no momento: prefiro assistir o filme mais vezes antes de tentar estudar as personalidades dos monstros e como elas representam o próprio Max, ou como isso reflete nos adultos como nós que ainda guardamos o espírito de uma criança em nossos corações.

O único ponto que vou discutir aqui é o da frustração. Não foi com o filme, definitivamente. Inicialmente, imaginei ser, mas como Onde Vivem Os Monstros é o tipo de filme que nos faz gostar cada vez mais dele com o tempo, eliminei essa possibilidade. A frustração, acredito, se dá por dois motivos: o final não é como eu imaginava, apesar de ser como eu sabia que seria. E encarar a realidade, muitas vezes, não é fácil. O segundo ponto chave pra este sentimento é a sensação de voltar ao mundo real após ter mergulhado em um mundo de sonhos e fantasias igual ao de Max. É difícil descrever, mas poderia dizer que a sensação é semelhante à de deixar sua casa numa segunda chuvosa pela manhã para ir ao trabalho.

E foi tentando entender este sentimento que passei os últimos dias sem escrever para o blog. O assunto Onde Vivem os Monstros ainda não está encerrado, longe disso: ele ainda dará muito pano para a manga. Mas isso não será por agora, já que ainda preciso pensar muito sobre o assunto - e rever o filme, e reler o livro, diversas vezes.

Quanto ao filme, repito o que comentei anteriormente: é daqueles que, com o tempo, a gente passa a gostar mais e mais. Mas, desde já, me considero apaixonado. Não duvido que um dia chegue ao 10, mas por enquanto é um filme acima da média e que merece uma nota 8 (que, provavelmente, mudarei da próxima vez que eu assistir).

Também: Parte I e Parte II da série Sobre Onde Vivem os Monstros.






Escuta essa: Karen O and the Kids - Igloo

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Esses tais monstros...

Série especial sobre Onde Vivem os Monstros - Parte 1/3.

Faz algum tempo ouvi falar deste tal filme sobre monstros. No começo, confesso que não dei muita atenção, até porque num primeiro momento ele me pareceu uma coisa totalmente diferente do que é. Difícil explicar, mas achei ele algo entre o esquisito e o diferente, entre o infantil e o simples, não sei. Primeira impressão estranha.

Daí, então, deixei de lado as fotos dos (interessantemente bem produzidos) monstros que havia visto em notícias e acabei assistindo o trailer.



Com ele, acabei já começando a me interessar mais. Especialmente pelo letreiro que aparece: "dentro de nós está / tudo o que você já viu / tudo que você já fez / todos que você já amou / há um dentro de todos nós".

Enfim, quando meu irmão leu um pequeno comentário sobre o filme (que havia ganho 10/10) e que comentava um pouco, não da história, mas do sentimento por trás dela, foi quando fui atingido pelo raio e comecei a me apaixonar de verdade. Nesse meio tempo, assisti o trailer umas mil vezes e fui me apaixonando mais e mais.

Mas o golpe final veio da música do trailer. Wake Up, do The Arcade Fire. A letra é sensacional, a melodia, tudo é simplesmente de arrepiar. Escutei ela incessantemente nos últimos dias e cada vez me apaixono mais por tudo.



Tudo isso, graças a uma pequena coisa chamada infância.

Confira também: Especial Onde Vivem os Monstros, Parte II: O Livro. Parte III: o Filme.









Escuta essa: The Arcade Fire - Wake Up

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Entre o real e a fantasia

Confesso que tinha uma pequena preguiça quanto ao filme O Labirinto do Fauno, injustificável. Até porque a imagem que eu tinha dele se mostrou totalmente diferente do que é o filme na realidade. Enfim, foi uma grata surpresa.

A história se passa na Espanha, no ano de 1944. A Guerra Cívil havia terminado, mas rebeldes ainda lutavam contra o regime fascista nas montanhas ao norte de Navarra. A jovem Ofelia, de apenas 10 anos, acaba se mudando para este ambiente, onde irá morar junto ao novo marido de sua mãe, um oficial responsável por exterminar os rebeldes.

Solitária, a menina sempre dedicou-se a uma paixão: a leitura. Apaixonada por livros, sempre foi muito imaginativa. Um dos livros que mais gostava contava a história da princesa dos reinos subterrâneos que fugiu para o mundo externo e acabou morrendo por lá. Seu pai, o rei, sabia que um dia ela renasceria e voltaria para reinar em seu lugar.

Enfim, a jovem Ofelia acaba encontrando, perto da sua nova casa, um labirinto, onde conhece o tal Fauno e descobre que possivelmente é a princesa desaparecida. Para comprovar, teria de passar por três provas e testar seu espírito.

A história, então, se divide entre as aventuras de Ofelia e os conflitos no mundo real, onde os rebeldes lutam contra as forças militares e tentam vencer o maligno comandante. Ofelia acaba ficando presa entre estes dois mundos, enfrentando os desafios mágicos e os problemas terrenos.

A história me surpreendeu. Não imaginava o tom sombrio que o filme tem, tanto no mundo real como também no mundo mágico que Ofelia descobre. Suas aventuras são tão sombrias quanto a realidade em que está inserida, e isso deixa o filme com um ar muito mais sério que aparenta - talvez daí venha minha preguiça inicial e minha grata surpresa com o filme, que sempre deixa a dúvida entre o que existe ou é só imaginação.

Enfim, o diretor Guillermo Del Toro me provou com as aventuras de Hellboy e este O Labirinto do Fauno que é mais que credenciado para dirigir a adaptação de O Hobbit. A história de Ofelia é um bom filme, além do que eu esperava ser, e vale uma nota 8.







Escuta essa: carro de som do sacolão do bairro, "passando em sua rua". É tenso!

Felizes para sempre?

Roteiro básico de uma história de amor: mocinho conhece mocinha; algo ou alguém impede eles de ficarem juntos; ele conquista o amor dela (ou vice-versa); eles vivem felizes para sempre.

Mas quando isso não acontece?

Todo mundo que arrisca se apaixonar passa por uma decepção amorosa na vida: ou não é correspondido, ou não dá certo no final, ou não era nada do que ele/ela imaginava, e o fim pode ser muito trágico. Assim é a vida, assim é o romance. Conto de fadas? Raramente acontece. Pra encontrar o "amor da sua vida", a pessoa às vezes tem de procurar e procurar e procurar... e nem sempre encontra.

500 dias com ela [(500) days of summer] conta a história de Tom Hansen, um escritor de cartões comemorativos que se apaixona por sua colega de trabalho Summer Finn (o trocadilho do nome da personagem com a estação do ano, presente no título original, infelizmente se perde na tradução) e acaba acreditando que ela é o amor da sua vida. Culpados disso? Bandas pop e influências de filmes como A primeira noite de um homem [The Graduate], citado várias vezes ao longo do filme, e que pregam a existência do amor ideal. Já ela, não acredita nesse tipo de amor. Acabam se envolvendo e, de repente, ela termina tudo.

Daí, então, Tom passa a reviver seus bons e maus momentos com ela e acaba se descobrindo e redescobrindo paixões enterradas no meio do caminho. Sendo clichê, dá pra pensarmos que é uma forma bacana de pensarmos como a correria do dia-a-dia e a influência de outras pessoas nas nossas vidas acabam nos fazendo esquecer quem nós realmente somos e do que gostamos.

Enfim, a história de 500 dias com ela é uma história romântica ao avesso, em que o mocinho não fica com a mocinha no final. Aliás, nem no começo, já que é uma retrospectiva.

Vale destacar a atuação de Joseph Gordon-Levitt (Tom), que aparece muito bem no papel. Zooey Deschanel (Summer) é uma atriz linda, mas parece que nunca ultrapassa os limites de sua atuação - tanto é que seus personagens sempre me parecem, de certa forma, os mesmos. Talvez umas aulinhas com a Meryl Streep fariam bem.

A história é interessante por ser diferente no aspecto de que o casal não fica junto, existem bons momentos que até divertem bastante, mas em outros o filme acaba se arrastando. Mas não deixa de ser um bom filme em vários aspectos. Então, como ando de bom humor, acho que merece uma nota 7. =)






Escuta essa: Nenhum de Nós - Você Vai Lembrar de Mim

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

O fim dos tempos é divertido

(Da série "isto já deveria ter sido publicado faz séculos")

Se tem uma coisa que considero de extrema importância em um filme é o fator diversão. Ele pode até ser ruim, mas se me fizer divertir por algumas horas já alcançou seu objetivo. E assim é 2012, de Roland Emmerich e com John Cusack no papel principal.

A história todo mundo já deve conhecer: segundo o calendário Maia, o ano de 2012 representará o fim do mundo como o conhecemos. Essa é a premissa para que o diretor realize mais um filme de destruição em massa, onde tudo e todos são esmagados pela força da natureza sem dó nem piedade.

No centro de tudo e como núcleo principal da história está o personagem de Cusack, Jackson Cutis. Mais clichê, impossível: um escritor fracassado, divorciado e com problemas de relacionamento com os filhos. Ao levar eles para acamparem, acaba descobrindo o que está por vir e parte em uma frenética corrida para salvar os filhos e sua ex-esposa com seu atual marido.

Um outro núcleo de personagens inclui o presidente dos Estados Unidos (negro, já que estamos na Era Obama, diferentemente dos até então clichês presidentes-padrão-Clinton, mas ainda assim óbvio), sua filha e o cientista que reportou tudo ao governo.

O filme se resume, basicamente, à uma sucessão de fugas intermináveis dos protagonistas, quase milagres sucessivos. Mas é como eu sempre digo: na hora que você começa a escapar da destruição mundial, e faz isso pela primeira vez, aproveita o embalo e vai assim até o final. E os conflitos, as questões filosóficas, que poderiam ser aprofundados e gerar um conteúdo mais relevante que explosões e desabamentos acabam sendo tratados de forma superficial.

Um destes questionamentos é sobre a posterioridade das coisas. Obras de arte são removidas e salvas, e o mesmo é levantado várias vezes pelo cientista ao citar o livro escrito pelo personagem de Cusack, sempre falando que o autor provavelmente estaria morto mas ele continuaria eterno enquanto seu livro existisse. Mal sabia ele que Jackson Curtis, além de escritor, é perito em fugas milagrosas nas horas vagas e momentos difíceis.

O filme não é maravilhoso, longe disso. Tem horas que chega a ser entediante. Mas vale como diversão pra quem quer ter um momento superficial e apenas curtir efeitos especiais bacanas. Pela história, vale uma nota 2. Pelos efeitos, uma nota 7. Na média, escapa de ser um filme muito ruim por um triz e merece um 4.






Escuta essa: Tianastácia - Conto de Fraldas

Filmow, o registro e os 500 filmes

Para quem não conhece, existe um site chamado Filmow onde você pode registrar os filmes assistidos, que pretende assistir ou que quer passar longe, inclusive avaliando e trocando comentários com outros usuários.

Desde o ano passado, tenho um perfil no site. Minha ideia? Registrar todos os filmes que assisti, mas não na vida e sim à partir de um determinado período, na melhor filosofia "o que é passado, é passado". Meu objetivo é conseguir escrever nem que seja um pequeno comentário sobre cada um deles, e atribuir uma nota. O Filmow vai me ajudar a registrar tudo e serve como um acompanhamento de quantos filmes eu já assisti desde então.

Isso acaba gerando uma questão interessante: todos os filmes que eu já vi, terei de reassistir em algum momento para entrar na contagem, o que me deu uma ideia: aleatoriamente, fui entrando em perfis, pegando filmes, indo através de diretores ou atores e atrizes, e criando uma lista de 500 filmes - alguns já vi, outros não, mas todos antes de novembro. Coloquei eles como "Quero ver", e o desafio: assistir a todos os 500 filmes antes do final de 2012. Isso dá mais de 160 filmes por ano, sem contar os que assistirei e que não estão na lista. Ou seja, é realmente um desafio e tanto.

Então, desde agora, dia 11 de janeiro de 2010, está lançado o desafio.






Escuta essa: Blues Brothers - Peter Gun Theme

domingo, 6 de dezembro de 2009

A primeira noite de um homem

É difícil decidir por onde começo a análise deste filme: pela história, pela atuação fantástica de Dustin Hoffman ou pela sua fabulosa trilha musical?

A primeira noite de um homem [The Graduate] conta a história de Benjamim Braddock (Dustin Hoffman) e seu relacionamento com Mrs. Robinson (Anne Bancroft), uma alcóolatra maniaco-obsessiva. Benjamin (Ben) é um estudante de 21 anos, recém-formado e que carrega muitas expectativas sobre seu futuro por parte de todos os conhecidos. Ben sofre em excesso com essa pressão, não conseguindo lidar muito bem com ela e acaba ficando bastante apático e confuso em relação à tudo. A sra. Robinson é uma amiga da família, de meia idade, e que acha Ben bastante atrativo. Os dois, obviamente, acabam se envolvendo.

O que nem Ben e muito menos a Sra. Robinson contavam é que Benjamin se apaixonaria pela filha de Robinson. A mãe, psicótica, tenta proibir o relacionamento dos dois e sua filha, Elaine (Katharine Ross), acaba descobrindo o affair e passa a odiar Ben. O filme se transforma em uma perseguição de Ben para (re)conquistar o amor da jovem Robinson, enquanto a mãe dela faz de tudo para evitar o romance.

A primeira noite de um homem é um dos grandes clássicos do cinema e, além de marcar época, virou referência para vários outros filmes, como Dizem por aí... [Rumour Has It...] e 500 dias com ela [(500) Days of Summer]. Alguns diálogos se tornaram célebres, como a clássica "Você está tentando me seduzir, Mrs. Robinson?", do jovem Ben, entre outros.

A atuação de Dustin Hoffman é outro ponto a ser elogiado. O filme que lançou Dustin tem uma atuação impecável por parte do ator que, curiosamente, tinha 30 anos na época do filme e interpretava um jovem de 21. A prova da boa atuação se refletiu nas suas indicações e prêmios: além de indicado ao Oscar de melhor ator, levou o Globo de Ouro de melhor ator estreante.

A primeira noite de um homem também foi indicado ao Oscar nas categorias melhor atriz (Anne Bancroft), melhor atriz coadjuvante (Katharine Ross), melhor filme, melhor fotografia e melhor roteiro adaptado, além de ter vencido o Oscar de Melhor Direção (Mike Nichols). No Globo de Ouro, foi vencedor nas categorias de melhor filme para cinema - comédia/musical, melhor atriz de cinema - comédia/musical (Anne Bancroft), melhor diretor de cinema - comédia/musical (Mike Nichols), melhor atriz estreante (Katharine Ross), além, é claro, do prêmio de Dustin.

O filme também levou para casa o Grammy de melhor trilha sonora original escrita para cinema/TV/mídia.Os clássicos compostos por Paul Simon e interpretados em parceria com Garfunkel marcaram a história. Mas é claro que estas canções merecem uma postagem especial.

Um ótimo filme. Nota 8.





Escuta essa: Simon & Garfunkel - Mrs. Robinson (como não poderia deixar de ser)

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Frankenweenie

Depois de Vincent, assisti o segundo trabalho de Tim Burton (o primeiro dele com atores reais), Frankenweenie. O curta conta a história de Viktor Frankenstein, um garoto como todos os outros, com dons para o cinema e que ama seu cachorro, Sparky.

Mas, infelizmente, no começo da história Sparky é atropelado e parte para o outro mundo. Depois de um período de tristeza, Viktor tem um insight durante uma aula de biologia e resolve tentar ressuscitar seu querido amigo. Parte para os estudos e a história se desenrola como o clássico Frankenstein: ele consegue ressuscitar Sparky, que começa a ser perseguido como monstro... bom, o resto ou vocês conhecem ou descubram assistindo o filme.

Digo isso porque vale a pena ver (existe cópia no YouTube, não é difícil de encontrar e nem precisa saber inglês para conseguir assistir - é bem fácil compreender tudo). O trabalho de Tim Burton neste filme é muito bom, a forma como dirige os atores e narra a história é fenomenal se considerarmos que era apenas seu primeiro trabalho com atores reais. Tudo muito bem construído, e com várias referências interessantes (tanto ao próprio Frankenstein, ao filme da noiva do Frank ou aos filmes do Ed Wood).

Confesso nunca ter ido muito com a cara dos filmes do Tim Burton, mas pelo visto tenho começado a me interessar um pouco mais pelo trabalho dele. Frankenweenie é um dos culpados. Um bom filme, nota 7.

domingo, 15 de novembro de 2009

Besouro

Frustante: não existe palavra melhor para definir a sensação que se tem ao final de Besouro, a produção brasileira que está nas telas do cinema mais próximo de você, leitor.

O problema maior do filme não é a atuação dos atores, nem a produção, muito menos a trilha sonora. As músicas empolgam, os atores cumprem seu papel, e o filme é bonito demais de se ver - a fotografia é um ponto extremamente positivo, linda demais. O problema está no roteiro.

Não que a história seja ruim - ela é ótima, com muito potencial. E aí é que está: todo o potencial não é aproveitado. O filme não decola, não sai do lugar, fica preso sempre no mesmo ritmo e não consegue nem empolgar o espectador. Sem falar no final, que é totalmente broxante e sem graça.

Além da fotografia (que é o ponto mais positivo do filme), das coreografias (que, apesar de terem sido pouco exploradas em um filme de luta e que trouxe o coreógrafo chinês de filmes como O Tigre e o Dragão e Matrix, são bonitas de se ver), e da valorização de uma cultura que geralmente fica jogada às marges da sociedade, o filme vale por começar a explorar um novo gênero no cinema nacional: lutas, efeitos especiais, ação e aventura... não que não existam filmes com isso, mas é um pequeno passo para a construção de um cinema nacional mais forte e com mais qualidade.

Apesar dos prós, o filme não decola e acaba frustrando o espectador. Eu, pelo menos, fiquei frustrado. Mas como ele teve alguns vários prós, escapou de ser ruim por um triz e merece uma nota 4.

sábado, 14 de novembro de 2009

O primeiro trabalho de Tim Burton

Estes dias, durante uma aula, tive a oportunidade de assistir o primeiro trabalho realizado por Tim Burton: o curta Vincent, realizado por ele no ano de 1982, enquanto ainda trabalhava na Disney. Conta a história de Vincent Malloy, um garoto de 7 anos que sonha em ser como Vincent Pride, astro do cinema de terror.

A história é contada como um poema (as rimas são sensacionais!), escrito por Burton e narrada pelo próprio Pride. Visivelmente, o talento criativo de Burton e suas peculiaridades já estão presentes neste pequeno curta, suas características já são bem marcantes aqui e dá pra realmente falar que é "um curta do Tim Burton".

Como é um filme de curta-metragem, não existe nenhuma dificuldade em encontrar no Youtube. Existe uma versão legendada, que você pode assistir abaixo:



Confesso não ser o maior fã dos trabalhos do Tim Burton - mas muito por não conhecer e em um primeiro momento não me atrair, mas este curta é realmente bom e merece um 8.

Crítica - Ano Um

Desde Arrested Development, gosto do trabalho do jovem ator Michael Cera e tanto Juno como Superbad são provas do seu enorme talento para comédias. Já Jack Black dispensa apresentações. E a dupla Jack e Michael interpretam os personagens principais de Ano Um, Zed e Oh.

Zed é um caçador preguiçoso e atrapalhado que sempre acaba arrumando confusão com os outros caçadores da aldeia. Oh não chega nem perto de ser um caçador: é apenas um coletor.

Depois de comer o fruto proíbido, o personagem de Black é expulso da aldeia e o jovem coletor acaba seguindo os passos do amigo. E assim eles acabam descobrindo mundos além dos que supostamente imaginavam existir, passando por várias épocas e encontrando-se com vários personalidades famosas como Caim, Abel e Abrahão.

Não é atoa que o filme foi lançado direto em DVD no Brasil, mesmo preparado para ser lançado nos cinemas: muitas piadas não funcionam e todo o potencial da história acaba sendo desperdiçado. Tirando alguns bons momentos espalhados pelo filme (existem, sim, momentos bastante divertidos), a dupla Jack Black e Michael Cera acaba desperdiçando seu potêncial para comédias com um filme assim.

Vale uma nota 5/10: tá na média.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Quem vigia os vigilantes?

Watchmen é uma série de quadrinhos escrita por Alan Moore e ilustrada por David Gibbons e a mais nova leva de super-heróis a invadir a telona. O filme, uma adaptação da obra original, foi dirigido por Zack Snyder e conta a história de um 1985 bem diferente, onde Nixon era presidente dos Estados Unidos por n² vezes e a guerra nuclear entre os americanos e os soviéticos parecia inevitável. Neste contexto, surge um grupo de mascarados que se tornam heróis, mas acabam caindo na clandestinidade, perseguidos pelo próprio governo. O misterioso assassinato de um deles os leva de novo à ativa e em uma tentativa de evitar que a temível guerra realmente aconteça, o que poderia significar o fim da humanidade.

Ainda não tive a oportunidade de ler os quadrinhos originais, mas depois de assistir o filme me senti realmente motivado a isto. Porém, não seria capaz de julgar se o filme é ou não uma boa adaptação do original. Porém, como filme, é uma obra de arte: bons efeitos especiais, bons atores, boas cenas e uma excelente trilha sonora. Músicas bem escolhidas e bem utilizadas me fazem admirar o trabalho de um diretor, e neste ponto Snyder foi muito bem. Sem contar que a história realmente é incrível.

Li algumas críticas negativas, mas principalmente críticas sobre críticas negativas. Fãs xiitas nunca gostam das adaptações, e geralmente esquecem que adaptações são adaptações e portanto impossíveis de seguirem à risca os originais, ainda mais em uma obra tão grande quanto Watchmen (a versão brasileira, recém-lançada, se não me engano, possui cerca de 460 páginas). Podem até haver erros, principalmente para quem já leu o original, mas isto não tira os méritos do filme.

Para quem gosta de super-heróis, para quem gosta de histórias envolventes, de boas músicas, bons efeitos especiais, ou para gosta apenas de bons filmes, é uma boa pedida e vale a pena conferir.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Yes, Man!

Acabei de chegar do cinema. Com atraso, fui assistir à mais nova comédia de Jim Carrey: Sim senhor! (Yes man).

O preceito básico da história é um homem que somente diz "não" para todas as situações e que, após assistir a uma palestra motivacional (no melhor estilo auto-ajuda), passa a dizer sim para tudo. Semelhança com algum outro filme de Carrey? Talvez com O Mentiroso, talvez com Todo Poderoso...

Porém, essas semelhanças não atrapalham em nada o filme. São apenas semelhanças. A idéia proporciona situações engraçadas ao personagem e risadas para os espectadores. Admito que não sou o melhor cara para criticar um filme de comédia, afinal, me divirto com praticamente todos, mas pergunto: porque dizer não à boas risadas? Diga sim, man!

A história tem pontos altos e baixos, coisas que poderiam ser melhoradas no roteiro e em alguns personagens mas, no geral, eles cumprem bem o seu papel. Algumas cenas são divertidíssimas, como a briga no bar... ah, melhor assistirem por si mesmos!

Boas piadas, com o bom e velho Jim Carrey: um filme que recomendo para uma boa tarde de diversão.

E a filosofia proposta até que é interessante... mas é difícil de realmente se aplicar no "mundo real". Mas não custa nada aumentar o número de vezes que você utiliza a palavra "sim" durante o dia, não é mesmo? (É nessas horas que vocês respondem alegremente: "Sim, senhor!")

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

E o Oscar foi para...

Ontem, antes do Oscar, participei de um bolão junto com o Frango e a Small sobre os vencedores em todas as categorias. O prêmio? O vencedor assiste a uma seção de cinema na fita, por conta dos outros dois.

Vamos, então, ao resumo da noite (e totalmente fora da ordem cronológica da cerimônia):

Na categoria Canção Original, Jai Ho, de "Quem quer ser um milionário?", ganhou. E o Frango também. 0x1x0 para ele. Eu havia apostado na canção "Down to Earth", do Wall-E, assim como a Jessie.

Em Edição de Som, eu apostei no filme Batman - O Cavaleiro das Trevas e ganhei sozinho. 1x1x0.

Tentei a dobradinha com o Cavaleiro das Trevas na categoria Mixagem de Som, mas perdi. O Milionário (vamos chama-lo assim de agora em diante) ganhou e a dupla Frango e Small também. 1x2x1.

Na categoria Melhor Curta de Animação, apostei no francês La Maison en Petits Cubes e acertei sozinho. 2x2x1.

Na categoria Melhor Curta Metragem, eu e a Small apostamos no The Pig, e o Frango em New Boy. O vencedor foi Spielzeugland, portanto, o placar continua 2x2x1.

Em Efeitos Visuais, três apostas distintas: Eu apostei no filme do Benjamin Button, o Frango no Iron Man e a Jessie em Batman. Deu Benjamin e eu passo na frente: 3x2x1.

Em Trilha Sonora, nós três apostamos em Wall-E, e erramos. Se não me engano, venceu o Milionário. Sem mudanças, então.

Melhor Maquiagem, nós três apostamos em Benjamin e acertamos: 4x3x2.

Na categoria Melhor Montagem, nós três fizemos novamente as mesmas apostas: Milionário. E acertamos novamente. 5x4x3.

Em Melhor Documentário - Curta, três apostas distintas. Eu apostei em Smile Pinki e ganhei mais um ponto: 6x4x3.

Já em Melhor Documentário, eu e o Frango apostamos em Man on Wire, enquanto a Jessie apostou em Encounters at The End of the World. E Man on Wire venceu. Placar: 7x5x3.

Em Melhor Figurino, apostei em A Duquesa, contra dois votos em Benjamin. Levei mais essa: 8x5x3.

Na categoria Direção de Arte, eu e Jessie apostamos em Benjamin contra um voto em Batman do Frango. Resultado final: deu Benjamin. 9x5x4.

Melhor Fotografia foi fácil: 3 votos para o vencedor Milionário. 10x6x5.

Melhor animação, então, nem se discute. Deu o óbvio: Wall-E. 11x7x6.

No Melhor Filme Estrangeiro, nós três apostamos no israelense Waltz with Bashir. Venceu o japonês Departures. Sem mudanças.

A categoria Melhor Roteiro Adaptado teve três apostas diferentes. Enquanto eu apostei no Milionário, o Frango apostou em O Leitor e a Jessie em Benjamin. Levei essa também: 12x7x6.

Roteiro Original também foi moleza: enquanto eu apostei em Milk, os dois apostaram em Wall-E. E eu ganhei mais um ponto. 13x7x6.

Na disputa pelo Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, não sei porque diabos continuei apostando na Viola Davis. Deu Penelope Cruz, e os dois ganharam mais um pontinho: 13x8x7.

Ator Coadjuvante todo mundo acertou: Heath Ledger. 14x9x8.

O Oscar de Melhor Atriz foi para Kate Winslet. Ela mereceu o prêmio, e os dois os pontos que ganharam: 14x10x9. Eu havia apostado na fantástica Meryl Streep.

A minha aposta para Melhor Ator era diferente das demais. Enquanto apostei em Sean Penn, os dois apostaram no Mickey Rourke. Levei mais esta. 15x10x9.

Melhor Diretor teve três apostas diferentes: eu apostei no Gus Van Sant, de Milk. O Frango apostou em Danny Boyle, do Milionário. Jessie apostou no Ron Howard, de Frost/Nixon. Ganhou Danny Boyle. 15x11x9.

Por último, nós três apostamos no Milionário para Melhor Filme e acertamos. Placar Final: 16x12x10.

Acertei 16 de 23 categorias. Cerca de 70%. Uma melhora significativa, consertando alguns votos. Mas poderia ser melhor. No próximo Oscar, quem sabe eu acerto uns 90%...

Enquanto isso, já estou pensando em qual filme vou escolher para assistir de graça. Mas já está combinado: ano que vem tem mais. Se quiser participar, é só fazer suas apostas!

domingo, 22 de fevereiro de 2009

E o Oscar vai para...

Hoje é noite de Oscar. A noite mais glamurosa de Hollywood, que não anda tão glamurosa assim há algum tempo, promete disputas emocionantes.

Fiz algumas apostas em uma promoção, e vou compartilha-las agora para conferir os resultados daqui a pouco - e provavelmente vou errar feio, pois 90% foi chute: não assisti a quase nenhum dos indicados.

Meus palpites, seguidos de comentários/justificativas, foram:

Melhor Filme: Quem Quer Ser um Milionário? (Slumdog Millionaire)
Promete ser uma surpresa, batendo o Caso do Benjamin. Apostei pelo carisma da idéia, e por acreditar que o Forrest Gump II (ou o Curioso Caso de Benjamin Button) não ganhe.
Resultado: Acertei.

Melhor Ator: Sean Penn (Milk)
Gosto do trabalho deste ator e, pelo que vi no trailer, parece estar realmente fantástico.
Resultado: Acertei também.

Melhor Ator: Coadjuvante: Heath Ledger (Batman - O Cavaleiro das Trevas)
Sem dúvida O Coringa leva o Oscar. Este foi um dos poucos que apostei conscientemente.
Resultado: Outro ponto pra mim.

Melhor Atriz: Meryl Streep (Dúvida)
Meryl Streep é Meryl Streep. Pra mim, uma das grandes atrizes de todos os tempos.
Resultado: Errei. Quem levou foi a Kate. Merecido também.

Melhor Atriz Coadjuvante: Viola Davis (Dúvida)
Fiquei em dúvida se apostava nela ou na Penelope Cruz (por Vicky Cristina Barcelona). Apostei nela, mas não me pergunte os motivos.
Resultado: Não me perguntem os motivos do meu vacilo. É claro que deu Penelope.

Melhor Diretor: Ron Howard (Frost/Nixon)
Chute no escuro. Vamos ver no que vai dar.
Resultado: Tenho até vergonha do meu palpite. Venceu o Danny Boyle, do Slumdog.

Roteiro Original: Milk
Parece que tem uma história interessante e que merece o prêmio.
Resultado: Acertei.

Roteiro Adaptado: O Curioso Caso de Benjamin Button
É aquela velha história de não mexer em time que está ganhando: se deu certo com Forrest Gump, porque não daria certo outra vez?
Resultado: Deu Slumdog de novo. Era o óbvio.

Música Original: Danny Elfman (Milk)
Danny Elfman é um dos grandes compositores do cinema e, se o nome dele está envolvido, é sinal de coisa boa. Não conheço as indicadas, então fui por familiriadade com os compositores.
Resultado: Venceu Jai Ho, do Slumdog.

Filme Estrangeiro: Waltz With Bashir, de Ari Folman (Israel)
Chute. Mas parece bacana.
Resultado: Venceu o japonês, Departures.

Filme de Animação: Wall-E
Alguém duvida que o robozinho mais simpático da história ganha? Esse é outro que apostei consciente.
Resultado: Se alguém errasse esse...

Fotografia: O Curioso Caso de Benjamin Button
Pelo que já vi do filme, parece ter uma fotografia interessante. E um filme com 13 indicações deve ganhar alguma coisa, não?
Resultado: Ganhou o Slumdog.

Figurino: A Duquesa
Apostei pelo nome.
Resultado: Acertei pelo nome.

Montagem: Frost/Nixon
Chute.
Resultado: O Slumdog levou esse também.

Maquiagem: O Curioso Caso de Benjamin Button
Fazer Brad Pitt não só parecer novo e/ou velho, mas como também ter sua melhor atuação, merece levar este Oscar. Embora de maquiagem de verdade mesmo só a da Cate Blanchett idosa.
Resultado: Acertei.

Efeitos Visuais: O Curioso Caso de Benjamin Button
Quase o mesmo motivo do acima. Palpite.
Resultado: Acertei de novo.

Vamos ver no que dá. Acertando tudo e com uma boa dose de sorte ganho um ano de cinema grátis. Não ganho um ano de cinema grátis, mas já foi alguma coisa. Se não contei errado, acertei 8 de 16. 50% pra palpites sem ver os filmes e sem pensar muito bem é um bom começo...

EM TEMPO: Fiz outras apostas (mais pensadas) para um bolão com dois amigos. Acho que vou melhor. Aguardem por mais detalhes. Eu fui melhor. Confiram no post acima.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Trilhas Sonoras

Dentre os novos rumos que pretendo dar ao blog (leia-se "novo projeto editorial"), pretendo falar mais sobre música, inclusive e principalmente sobre trilhas sonoras.

Um filme não é nada sem música. Ela dá cor e alma às cenas, as tornam mais completas. O silêncio é bom e pode ser um grande recurso dramático, mas não há nada melhor que uma boa trilha sonora, com canções compostas especialmente para determinada cena ou escolhidas a dedo para compor o soundtrack do filme.

Se começar a pensar em cenas clássicas, na mesma hora as melodias virão à tona em sua memória. Além dos clássicos temas instrumentais, canções sempre marcam épocas e corações quando bem escolhidas para compor uma boa cena, em especial as que envolvem emoções.

Pensei em enumerar aqui algumas canções que marcaram minha memória, mas pensarei melhor antes de fazer isto. É algo que necessita de atenção e carinho, além de ser um grande exercício de memória, para não cometer nenhuma injustiça.

Portanto, prepare seus ouvidos! Agora, o Subeta também será musical!