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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Esses tais monstros...

Série especial sobre Onde Vivem os Monstros - Parte 1/3.

Faz algum tempo ouvi falar deste tal filme sobre monstros. No começo, confesso que não dei muita atenção, até porque num primeiro momento ele me pareceu uma coisa totalmente diferente do que é. Difícil explicar, mas achei ele algo entre o esquisito e o diferente, entre o infantil e o simples, não sei. Primeira impressão estranha.

Daí, então, deixei de lado as fotos dos (interessantemente bem produzidos) monstros que havia visto em notícias e acabei assistindo o trailer.



Com ele, acabei já começando a me interessar mais. Especialmente pelo letreiro que aparece: "dentro de nós está / tudo o que você já viu / tudo que você já fez / todos que você já amou / há um dentro de todos nós".

Enfim, quando meu irmão leu um pequeno comentário sobre o filme (que havia ganho 10/10) e que comentava um pouco, não da história, mas do sentimento por trás dela, foi quando fui atingido pelo raio e comecei a me apaixonar de verdade. Nesse meio tempo, assisti o trailer umas mil vezes e fui me apaixonando mais e mais.

Mas o golpe final veio da música do trailer. Wake Up, do The Arcade Fire. A letra é sensacional, a melodia, tudo é simplesmente de arrepiar. Escutei ela incessantemente nos últimos dias e cada vez me apaixono mais por tudo.



Tudo isso, graças a uma pequena coisa chamada infância.

Confira também: Especial Onde Vivem os Monstros, Parte II: O Livro. Parte III: o Filme.









Escuta essa: The Arcade Fire - Wake Up

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Um post natalino bem musical

Natal. Época de alegria, vida, festas. Para alguns, comemoração do aniversário do nascimento de Jesus. Para outros, dia de festa e presentes. Tem até quem acha que é só mais um feriado chato e que só serve pra encher os shoppings e atrapalhar a vida de todo mundo.

Eu, particularmente, gosto muito. O clima de Natal ajuda a rejuvenescer a alma, e dá fôlego pro ano que se iniciará em breve. Além de ser uma época de paz e amor no coração, e isso é legal, não nego que também gosto de receber presentes legais das pessoas que a gente ama.

Mas uma das coisas que eu mais gosto no Natal são as músicas. Amo de verdade as canções natalinas. Escuto repetidamente e repetidamente e repetidamente. Por isso, separei alguns videos/músicas para desejar a todos um Feliz Natal com muita paz, amor, e tudo mais. Um Natal diverso: para todos os gostos musicais.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

O que você vai ouvir?

Já pensou se existisse um lugar que te indique as músicas recomendadas para determinada ocasião?

Um lugar onde você determina as atividades que está realizando e ele monta uma lista com várias sugestões de músicas para você?

Então, este lugar existe. É o PlaylistNow.fm.

No PlaylistNow, você coloca seu estado de humor (por exemplo, "eu estou de bom humor"), a atividade que está realizando ("eu estou almoçando com meu chefe") ou até a sensação que quer ter, selecionando os vários marcadores possíveis, e ele te dá opções de playlists para escutar. Seu lema resume bem seu serviço: "me diga o que está fazendo agora, e eu te falo qual playlist escutar para fazer".

Obviamente, o serviço ainda permite que você monte sua própria seleção, personalize, e tudo mais. E nem é preciso cadastrar: dá pra se associar com sua conta Google, do Facebook e até do Twitter.

É uma opção bacana para escutar música estando na rua ou até em casa, e principalmente descobrir novos sons. Muito bom.





Escuta essa: Louis Prima - Just a Gigolo

sábado, 22 de agosto de 2009

Go, Johnny, Go!

Se tem uma coisa da qual não posso reclamar é da minha influência musical na infância. Músicas de todos os gêneros, para todos os gostos, e sempre da melhor qualidade. Cresci escutando Elvis, Sinatra, Chico e vários outros e desde novo tomei gosto por um ritmo em especial: o Rock And Roll.

Mas não o Rock moderno, o Rock clássico - é bom deixar isto claro. O rock não só de Elvis, mas de Bill Haley, Little Richard, Jerry Lee Lewis, entre outros. O Rock, com 'O' maiúsculo.

E ontem eu tive a oportunidade de vivenciar um momento único, que eu nunca havia imaginado presenciar: Chuck Berry, ao vivo.

Quando as luzes se apagaram e aquele senhor, no auge dos seus 82 anos, apareceu no palco com sua clássica boina e sua inseparável guitarra Gibson, confesso, foi de arrepiar.

É claro que o show não foi perfeito. A idade pesa até para um deus da música, e os quase 83 aninhos fazem diferença no palco - o que não o impede de empolgar a platéia com sua famosa dança do pato, ou quando impede os seguranças de expulsarem um "invasor" do palco e ainda dança ao lado dele. O show também é curto - cerca de uma hora - mas é o suficiente para arrepiar. Afinal, não é todo dia que podemos escutar Johnny B. Goode ao vivo por Chuck Berry em carne, osso e muito rock and roll.

Para quem perdeu, uma pequena amostra do rei do rock em show realizado no ano de 1983:

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Rodrix



"Zé Rodrix, nome artístico de José Rodrigues Trindade, (Rio de Janeiro, 25 de novembro de 1947 — São Paulo, 22 de maio de 2009) foi um compositor, multiinstrumentista, cantor, publicitário e escritor brasileiro. Estudou no Conservatório Brasileiro de Música, desenvolvendo a característica da multi-instrumentalidade: tocava piano, acordeão, flauta, bateria, saxofone e trompete. Tornou-se conhecido em 1967, ao participar do festival na TV Record daquele ano, acompanhando Marília Medalha, Edu Lobo e o Quarteto Novo em "Ponteio". Na década de 1970, participou da banda Som Imaginário, que gravou com Milton Nascimento. Nessa época, Zé Rodrix compôs junto com Tavito a canção "Casa do Campo", uma de suas composições mais famosas, que foi um grande sucesso na voz de Elis Regina, logo em seguida fez um conjunto de rock rural com Sá e Guarabyra: Sá, Rodrix e Guarabyra, no qual compôs um famoso jingle para a Pepsi, notabilizado pelo verso: "só tem amor quem tem amor pra dar". Zé Rodrix saiu do trio antes do final da década de 1970, quando passou a fazer parte do grupo Joelho de Porco. Abandonou a música pela publicidade nas décadas de 1980 e de 1990. Em 2001 reuniu-se novamente a Sá e Guarabyra. No início da década de 2000 revelou que era maçom, chegando a lançar a trilogia de livros denominada "trilogia do templo" sobre a Maçonaria. A trilogia é composta dos títulos: Johaben: Diário de um Construtor do Templo, Zorobabel: reconstruindo o templo e Esquin de Floyrac: O fim do Templo. Zé Rodrix morreu às 0h45 minutos do dia 22 de maio de 2009, após sentir-se mal e ser levado ao Hospital das Clínicas, em São Paulo, onde residia." (Wikipédia)

Grande músico. Que descanse em paz e muito obrigado pelas belas canções!

domingo, 19 de abril de 2009

Música do Dia

 Tim Maia - Sossego

sexta-feira, 20 de março de 2009

Música do dia

Marcelo Camelo - Liberdade!

quarta-feira, 4 de março de 2009

Madrugada infame

ou Divagações de uma madrugada em espera

Vida de publicitário não é fácil: o relógio do meu computador marca agora exatamente meia-noite e cinquenta e nove minutos. Uma hora da manhã.

Eu ofereceria um doce para quem adivinhasse o que estou fazendo aqui neste horário, mas é fácil acertar: trabalhando.

Antes gostaria de fazer uma ressalva: sei o quanto trabalhar com atendimento publicitário é difícil, até trabalho com isso às vezes, e respeito bastante. Entretanto, por causa de erros diversos, houveram atrasos e problemas com prazos, o que aperta tudo nas madrugadas.

Mas o mais interessante é que o trabalho sempre funciona em duplas. E, neste momento, meu colega de trabalho desapareceu da frente do computador, embora ainda esteja online no MSN (não mais online, mas "ausente"). Como já ocorreu uma outra vez com outra pessoa com quem fulano trabalhava, aposto que ele dormiu na frente do computador. Já possui antecedentes criminais que, somados às evidências, levam a essa dedução.

Enquanto isto, estou na companhia de Elvis. Você pode até não gostar, o que seria um sinal grave de loucura, mas não há como negar que ele é o Rei. O cara é bom, simplesmente isso. Aliás, ele não é somente bom, senão não seria o Rei.

Uma das cenas, ou melhor, diálogos que eu considero clássicos do cinema faz referência direta a ele. No filme MIB, em uma discussão entre os personagens de Will Smith e Tommy Lee Jones, o primeiro afirma que Elvis já havia morrido. O personagem de Tommy, então, responde: "Elvis não morreu, só voltou para casa."

E eu ainda arriscaria ampliar o fato e dizer mais: não só voltou para casa, como canta por hobbie em um restaurante nos confins da galáxia.

PS.: E não é que ele estava dormindo mesmo?

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Chuva

Quem mora em Belo Horizonte já se acostumou com este clima louco. Um dia como hoje prova que não existem regras por aqui. Acordei com uma chuva forte, e tomei café olhando pela janela a chuva fraca que caía - fraca, mas chata para quem precisa sair de casa.

Como resolvi adiantar algumas coisas antes de sair, deu tempo da chuva parar. Não peguei chuva no caminho para a faculdade, nem no caminho de volta. Mas estava quente. Quando cheguei em casa à tarde - já que resolvi voltar mais cedo para adiantar outros serviços -, o tempo estava abrindo. Mas passou pouco tempo e choveu de novo. Agora, quando olho pela janela, vejo um céu meio azul, meio cinzento, e que começa a ganhar tons mais escuros devido ao anoitecer.

Mas deixem este clima louco pra lá, já que eu queria falar era de chuva. Eu gosto de chuva, acho gostoso. Claro que sair à pé, pegar ônibus, e enfrentar todos os desafios diários em dias de chuva - o que inclui desviar de guarda-chuvas - não é fácil nem muito divertido. Chega a ser irritante. Mas gosto de dias de chuva assim mesmo.

E enquanto estava escrevendo estes devaneios, me lembrei de uma música. Sendo mais específico, me lembrei da versão que o Rodrigo Amarante e a Fernanda Takkai gravaram para o ótimo "Um Barzinho, um violão", da música "Ritmo da Chuva". A música original foi gravada pela banda The Cascades, e fez muito sucesso no Brasil na década de 60 na versão de Demétrius.

Abaixo, você confere a apresentação de Amarante e Takkai. A dupla se mostra muito afinada, como sempre. Não é atoa que sou fã deles.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Trilhas Sonoras

Dentre os novos rumos que pretendo dar ao blog (leia-se "novo projeto editorial"), pretendo falar mais sobre música, inclusive e principalmente sobre trilhas sonoras.

Um filme não é nada sem música. Ela dá cor e alma às cenas, as tornam mais completas. O silêncio é bom e pode ser um grande recurso dramático, mas não há nada melhor que uma boa trilha sonora, com canções compostas especialmente para determinada cena ou escolhidas a dedo para compor o soundtrack do filme.

Se começar a pensar em cenas clássicas, na mesma hora as melodias virão à tona em sua memória. Além dos clássicos temas instrumentais, canções sempre marcam épocas e corações quando bem escolhidas para compor uma boa cena, em especial as que envolvem emoções.

Pensei em enumerar aqui algumas canções que marcaram minha memória, mas pensarei melhor antes de fazer isto. É algo que necessita de atenção e carinho, além de ser um grande exercício de memória, para não cometer nenhuma injustiça.

Portanto, prepare seus ouvidos! Agora, o Subeta também será musical!