sábado, 6 de março de 2010

Medo, muito medo...

Lembrei que em 2008 publiquei isto aqui (continuação desse outro aqui) no blog.

Terminei o texto dizendo dizendo: "Mas 2 anos é muito tempo."

E o pior é que não foi. Acho que vou seguir o conselho da Patrícia e sair do país.

Medo, muito do que pode acontecer este ano.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Filmes 2010

Todos os filmes vistos (ou revistos) em 2010, nos meses de janeiro e fevereiro.

Janeiro

Não Estou Lá
O Labirinto do Fauno
Sociedade dos Poetas Mortos
Sherlock Holmes (2x)
A primeira noite de um homem
Onde Vivem os Monstros
Up In The Air (me recuso a chamá-lo de "Amor Sem Escalas")
Perfume de Mulher
Nine

Total: 9, sendo que assisti Holmes 2 vezes (o que dá 10, no total). Ainda acho uma média baixa, mas garante pelo menos uns 2 filmes por semana.


Melhor de Janeiro: Escolha difícil. Confesso não fazer ideia, gosto muito de todos. Mas acho que voto em Onde Vivem os Monstros, pela expectativa e tudo mais, e a paixão crescente que tenho por este filme.

Pior de Janeiro: Não Estou Lá (eu gosto bastante, não foi a primeira vez que assisti, mas teve concorrentes muito fortes).

Fevereiro

O Fada do Dente
Wall-e
E aí, Meu Irmão, Cadê Você?
Cães de Aluguel
Invictus
Um Lugar Chamado Notting Hill
Moulin Rouge
Zumbilândia
Alice no País das Maravilhas (1903)
Blade Runner

Total: 10. O mês tem menos dias, mas vi o mesmo tanto de filmes, o que melhora a média.

Melhor de Fevereiro: Disputa difícil, de novo. Então, vou considerar só os que eu vi pela primeira vez. Só entre eles já é complicado escolher um, mas chamo a responsabilidade e digo: Invictus.

Pior de Fevereiro: O Fada do Dente. Desqualifiquei Alice no País das Maravilhas (1903) da disputa, obviamente. Mas só porque é uma versão muito antiga, e eu nem deveria considerar colocar ele na disputa, por motivos de justiça. O escolhido, então, não é um filme ruim: é até um bom filme pra sessão da tarde. Mas perto dos outros, tadinho...

Observações:

1. Alice no País das Maravilhas (1903) é a primeira das versões sobre a história. Ainda publicarei algo sobre ele, mas encontra-se facilmente no YouTube e tem duração de cerca de 9 minutos.

2. Não, eu não paguei pra assistir O Fada do Dente. Ganhei o ingresso.

3. Pelo que ando assistindo em Março, escolher melhor e pior no final do mês vai ser difícil também, muito.

Todos os filmes que eu vi (em 2009)

Esta postagem deveria ter saído no final de 2009. Acabei adiando, e adiando, e adiando... enfim. Filmes vistos em 2009, à partir do dia 1º de novembro. Isso porque, como eu já expliquei aqui, desde novembro do ano passado tenho registrado todos os filmes que eu assisti, inclusive com metas.

Estes foram os filmes vistos nos dois últimos meses de 2009:

Ano Um
Desconstruindo Harry
Frankenweenie
Besouro
Vincent
A Primeira Noite de Um homem
500 Dias com Ela
Abraços Partidos
Julie e Julia
2012
A Princesa e o Sapo
Pequena Miss Sunshine
O Poderoso Chefão
Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças
Avatar


 Total: 15 filmes. O que dá menos de 2 filmes por semana, uma média baixa pelo que eu quero manter (e até melhorou nos meses seguintes).


Vale ressaltar que alguns eu já havia assistido, ou seja, nem todos eram inéditos, mas como "reiniciei" a contagem, então entram pra registro.

Melhor filme de "2009": O Poderoso Chefão. Essa é fácil, sempre que ele estiver em uma lista já tem meu voto.

Pior filme de "2009": Besouro. Abraços Partidos, 2012 e até Avatar tinham chances, mas eles tem qualidades que fizeram escapar da degola (até 2012, acredite se quiser). Agora, Besouro, apesar de uma belíssima fotografia e de inovar no gênero aqui no Brasil, peca em excesso - especialmente na parte final, e foi uma frustração indescritível.

Daqui a pouco publico o post com os filmes vistos em 2010 até o momento.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Desventuras automobilísticas

Lembro quando meu pai trocou seu chevettinho antigo por um mais novo: foi em meados de 1994, talvez 1995. O carro era de 1993, e estava em ótimo estado. Aliás, ainda está: meu pai sempre cuidou bem dele.

Além dos cuidados do meu velho, o carro também é surpreendente: em todos esses anos, ele raramente deu defeito. Os carros antigos da Chevrolet, especialmente o Chevette, quando bem cuidados, possuem um custo de manutenção muito baixo. Dezesseis anos depois de lançado, o carro parece novo. Posso dizer que meu pai é foda - e  o que eu mais escuto na rua é se ele está à venda (o carro, não meu pai).

E posso afirmar também que mal me recordo das vezes que o carro realmente deu problema. Geralmente quando ia para a oficina era apenas por rotina ou por desgaste natural das peças. E ele acumula até alguns recordes, como o pneu step nunca ter precisado ir para a pista - sim, ele nunca furou o pneu.

Enfim, no ano passado, após me ver perder horas com deslocamento, meu pai resolveu que já era hora de me dar um carro e de comprar um mais novo pra si - afinal, ele merecia, depois de tantos anos fiel à seu carro. Fiquei, então, com o Chev (apelido carinhoso que eu dei pra ele).

O Chev andava meio parado nos últimos tempos - meu pai é aposentado, e sair de casa não é mais parte da rotina. E o carro parece que se acostuma com isso, depois que começou a rodar todos os dias ele começou a sentir um pouco o desgaste, mas com o tempo foi se soltando.

Certo dia, nos primeiros meus com o carro, a primeira desventura aconteceu: a baterria arriou. Também pudera: uma bateria costuma durar cerca de dois anos, no máximo, e ela já havia passado dos três. Efeito Chev.

O foda é que esse tipo de coisa sempre acontece nos piores momentos, como ocorreu alguns poucos dias depois: recente com o carro, não havia pego todos os detalhes com meu pai - detalhes tipo a quilometragem da sua última troca de correia dentada. E o que aconteceu? A bendita arrebentou, no pior momento possível (ou perto dele, dez metros pra frente e eu estaria mais ferrado ainda). Inusitado foi o mesmo mecânico do socorro ter ido me atender, olhar pra mim, e perguntar: "eu não te conheço?"

Dois incidentes que eu me isento de culpa, e também o Chev: o problema foi atenção com a manutenção, mas como eu poderia prever? Estes fatos acabaram levando algumas pessoas a afirmarem erroneamente que meu carro não é confiável, então aproveito pra rebater: é sim, e muito. Mas fatalidades acontecem.

Tipo a de hoje. Estava voltando pra casa, quando o carro morre. Parecia a bateria, tentei fazer ele pegar e nada. Um camarada empurrou o carro, e fui parar em umas ruas escuras, sozinho e abandonado. Meu único contato com a humanidade era através da minha mãe e da minha namorada, enquanto esperava o socorro chegar. E pela terceira vez, eu posso afirmar uma coisa: ter seguro de carro salva a vida.

E o que foi que aconteceu? Nada de problema com o carro, novamente. Simplesmente a tampa do distribuidor soltou. Qual a probabilidade disso acontecer? Mínima. É uma peça presa com trava, e que é realmente difícil de se soltar por vontade própria. Ou seja, é um baita azar. Aposto até que sei de quem é a culpa: hoje é segunda-feira, e eu odeio segunda-feira.

Segunda é um dia que deveria ser feriado nacional. Ninguém deveria ter de sair de casa pra nada. Mas já que saí, deu merda. Com o distribuidor solto, e as tentativas de fazer o carro pegar, a bateria acabou descarregando. Nada que uma carga não me fizesse retornar seguro pra casa, mas amanhã eu descubro o valor do prejuízo. E o pior: logo quando os ônibus inventam de entrar em greve.

É, a semana promete.

Minha louca vida louca

A última postagem deste blog foi no dia 7 de fevereiro. Há exatos mais ou menos 15 dias. Uma vergonha. E isso ainda é agravado pelo fato de que antes também houve um hiato tão grande.

Justificativa? Nenhuma. Tenho me dedicado à alguns outros projetos e por simples falta de assunto acabei deixando o blog meio de lado. Mas pretendo mudar essa rotina em breve.

E por hora, vocês podem dar uma conferida no blog do Colaborativo Online, um dos meus projetos que tenho me dedicado ultimamente. Tem outros a caminho também, mas vou avisando com o tempo.

No mais, também tenho mais algumas mudanças pro blog - mas, basicamente, é só isso que eu sei fazer, não é mesmo? Mudar ele e falar sobre as mudanças... :)

Mas vamos que vamos!







Escuta essa: "I Am A Man Of Constant Sorrow", da trilha sonora de "E aí, meu irmão, cadê você?"

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Crepusculando

Da série "Diálogos Na Madrugada", mais um diálogo do Twitter que achei divertido, desta vez entre eu (@megale) e a @jessie_small.

@megale O Filmow tá de sacanagem comigo. Sugeriu que eu assista Crepúsculo.

@jessie_small @megale sorte que, no caso, você já viu. ;P

@megale @jessie_small Daí eu pergunto: sorte?

@jessie_small @megale lógico. Assistir esse filme deve pagar alguns pecados pelo menos.

@megale @jessie_small Aí é que tá. Pecados não foram feitos para serem pagos, mas cometidos. E o pessoal que fez o filme cometeu vários.

@jessie_small @megale nada. a Noviça Rebelde peca mais que aqueles vampiros bundões.

@megale @jessie_small Os vampiros bundões passam longe de pecar. Mas eu me referia aos produtores, que cometeram o pecado de fazer esse filme.

@jessie_small @megale mas o pecado original foi da Stephanie Meyer, que criou o livro. Ou dos pais dela, que criaram ela.

@megale @jessie_small ahauhauaha... verdade. depois dessa fiquei até sem resposta.

Epic Win da Jessie.







Escuta essa: The Dubliners - The Rocky Road to Dublin

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Onde existem os monstros

Série especial sobre Onde Vivem os Monstros - Parte 3/3.

Frustração. Esse foi o primeiro sentimento que me veio à cabeça assim que as luzes da sala de cinema se acenderam. Transportado de volta ao mundo real, outros sentimentos se misturavam e, para entendê-los, é preciso entender como estava sendo o meu dia.

Como puderam ler nas duas partes anteriores sobre a obra de Maurício Sendak, minha expectativa sobre este filme só crescia. Havia, então, me planejado para assistir na estréia. Porém, uma imensa chuva parou a cidade e colocou em risco meu deslocamento para a seção, o que gerou vários desconfortos, misturados à um péssimo dia, me deixando bastante chateado.

Mas, no fim, da mesma forma que o bem sempre vence o mal, o trânsito melhorou e pude ir ao cinema assistir o tão esperado lançamento. Mas, claro, o clima e a animação não eram mais a mesma.

E o filme é, de fato, fantástico. A história é simples, mas intensa. O diretor Spike Jonze (de Quero ser John Malkovich e Adaptação) conseguiu transformar algumas poucas páginas de um livro infantil em uma história densa e emocionante. O garoto Max Records, que interpreta seu xará Max, está fantástico e dá vida ao personagem de uma forma excepcional. E os monstros, então, estão simpáticos e com vida, fazendo arrancar aplausos da iniciativa do diretor de trabalhar com atores reais ao invés de computação gráfica.

Enfim, a história merece uma análise profunda que eu não vou me arriscar no momento: prefiro assistir o filme mais vezes antes de tentar estudar as personalidades dos monstros e como elas representam o próprio Max, ou como isso reflete nos adultos como nós que ainda guardamos o espírito de uma criança em nossos corações.

O único ponto que vou discutir aqui é o da frustração. Não foi com o filme, definitivamente. Inicialmente, imaginei ser, mas como Onde Vivem Os Monstros é o tipo de filme que nos faz gostar cada vez mais dele com o tempo, eliminei essa possibilidade. A frustração, acredito, se dá por dois motivos: o final não é como eu imaginava, apesar de ser como eu sabia que seria. E encarar a realidade, muitas vezes, não é fácil. O segundo ponto chave pra este sentimento é a sensação de voltar ao mundo real após ter mergulhado em um mundo de sonhos e fantasias igual ao de Max. É difícil descrever, mas poderia dizer que a sensação é semelhante à de deixar sua casa numa segunda chuvosa pela manhã para ir ao trabalho.

E foi tentando entender este sentimento que passei os últimos dias sem escrever para o blog. O assunto Onde Vivem os Monstros ainda não está encerrado, longe disso: ele ainda dará muito pano para a manga. Mas isso não será por agora, já que ainda preciso pensar muito sobre o assunto - e rever o filme, e reler o livro, diversas vezes.

Quanto ao filme, repito o que comentei anteriormente: é daqueles que, com o tempo, a gente passa a gostar mais e mais. Mas, desde já, me considero apaixonado. Não duvido que um dia chegue ao 10, mas por enquanto é um filme acima da média e que merece uma nota 8 (que, provavelmente, mudarei da próxima vez que eu assistir).

Também: Parte I e Parte II da série Sobre Onde Vivem os Monstros.






Escuta essa: Karen O and the Kids - Igloo

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Onde Nasceram os Monstros

Série especial sobre Onde Vivem os Monstros - Parte 2/3.


Foi no ano de 1963 que o autor Maurice Sendak publicou o livro "Onde Vivem os Monstros" e provou que um clássico não precisa de muitas páginas para ser escrito. Algumas palavras e poucas frases constroem um livro gostoso de se ler e bonito de se ver: as ilustrações do autor são belíssimas e a versão brasileira, da Cosac Naify, com tradução de Heloisa Jahn, é fantástica - assim como os vários livros desta editora, sempre bem cuidados.

A história todos já devem saber de cor: o garoto Max apronta mil e uma confusões e acaba mandado de castigo para o quarto. Lá, ele cria um mundo de fantasia onde encontra vários monstros selvagens, e acaba sendo declarado rei deles.

Aparentemente simples, a história é profunda e trata de temas que fazem parte da vida não só das crianças, mas como de todos nós: solidão, rejeição, amizade, realidade, sonhos...

Poderia fazer aqui algumas várias considerações sobre a filosofia da história, sobre a infância, e tudo o que envolve o universo criado por Max, mas isto virá em um próximo momento. Por agora, apenas a indicação de um clássico da literatura infanto-juvenil, mas capaz de agradar a pessoas de todas as idades.

Confira a parte I do especial aqui. Parte III aqui.








Escuta essa: The Arcade Fire - Wake Up. De novo. :)

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Esses tais monstros...

Série especial sobre Onde Vivem os Monstros - Parte 1/3.

Faz algum tempo ouvi falar deste tal filme sobre monstros. No começo, confesso que não dei muita atenção, até porque num primeiro momento ele me pareceu uma coisa totalmente diferente do que é. Difícil explicar, mas achei ele algo entre o esquisito e o diferente, entre o infantil e o simples, não sei. Primeira impressão estranha.

Daí, então, deixei de lado as fotos dos (interessantemente bem produzidos) monstros que havia visto em notícias e acabei assistindo o trailer.



Com ele, acabei já começando a me interessar mais. Especialmente pelo letreiro que aparece: "dentro de nós está / tudo o que você já viu / tudo que você já fez / todos que você já amou / há um dentro de todos nós".

Enfim, quando meu irmão leu um pequeno comentário sobre o filme (que havia ganho 10/10) e que comentava um pouco, não da história, mas do sentimento por trás dela, foi quando fui atingido pelo raio e comecei a me apaixonar de verdade. Nesse meio tempo, assisti o trailer umas mil vezes e fui me apaixonando mais e mais.

Mas o golpe final veio da música do trailer. Wake Up, do The Arcade Fire. A letra é sensacional, a melodia, tudo é simplesmente de arrepiar. Escutei ela incessantemente nos últimos dias e cada vez me apaixono mais por tudo.



Tudo isso, graças a uma pequena coisa chamada infância.

Confira também: Especial Onde Vivem os Monstros, Parte II: O Livro. Parte III: o Filme.









Escuta essa: The Arcade Fire - Wake Up

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Entre o real e a fantasia

Confesso que tinha uma pequena preguiça quanto ao filme O Labirinto do Fauno, injustificável. Até porque a imagem que eu tinha dele se mostrou totalmente diferente do que é o filme na realidade. Enfim, foi uma grata surpresa.

A história se passa na Espanha, no ano de 1944. A Guerra Cívil havia terminado, mas rebeldes ainda lutavam contra o regime fascista nas montanhas ao norte de Navarra. A jovem Ofelia, de apenas 10 anos, acaba se mudando para este ambiente, onde irá morar junto ao novo marido de sua mãe, um oficial responsável por exterminar os rebeldes.

Solitária, a menina sempre dedicou-se a uma paixão: a leitura. Apaixonada por livros, sempre foi muito imaginativa. Um dos livros que mais gostava contava a história da princesa dos reinos subterrâneos que fugiu para o mundo externo e acabou morrendo por lá. Seu pai, o rei, sabia que um dia ela renasceria e voltaria para reinar em seu lugar.

Enfim, a jovem Ofelia acaba encontrando, perto da sua nova casa, um labirinto, onde conhece o tal Fauno e descobre que possivelmente é a princesa desaparecida. Para comprovar, teria de passar por três provas e testar seu espírito.

A história, então, se divide entre as aventuras de Ofelia e os conflitos no mundo real, onde os rebeldes lutam contra as forças militares e tentam vencer o maligno comandante. Ofelia acaba ficando presa entre estes dois mundos, enfrentando os desafios mágicos e os problemas terrenos.

A história me surpreendeu. Não imaginava o tom sombrio que o filme tem, tanto no mundo real como também no mundo mágico que Ofelia descobre. Suas aventuras são tão sombrias quanto a realidade em que está inserida, e isso deixa o filme com um ar muito mais sério que aparenta - talvez daí venha minha preguiça inicial e minha grata surpresa com o filme, que sempre deixa a dúvida entre o que existe ou é só imaginação.

Enfim, o diretor Guillermo Del Toro me provou com as aventuras de Hellboy e este O Labirinto do Fauno que é mais que credenciado para dirigir a adaptação de O Hobbit. A história de Ofelia é um bom filme, além do que eu esperava ser, e vale uma nota 8.







Escuta essa: carro de som do sacolão do bairro, "passando em sua rua". É tenso!