Se todos os e-mails que eu recebo diariamente fossem cartas, a Amazônia já teria ido pro saco faz tempo!
terça-feira, 11 de novembro de 2008
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Chuva
Quem mora em Belo Horizonte já se acostumou com este clima louco. Um dia como hoje prova que não existem regras por aqui. Acordei com uma chuva forte, e tomei café olhando pela janela a chuva fraca que caía - fraca, mas chata para quem precisa sair de casa.
Como resolvi adiantar algumas coisas antes de sair, deu tempo da chuva parar. Não peguei chuva no caminho para a faculdade, nem no caminho de volta. Mas estava quente. Quando cheguei em casa à tarde - já que resolvi voltar mais cedo para adiantar outros serviços -, o tempo estava abrindo. Mas passou pouco tempo e choveu de novo. Agora, quando olho pela janela, vejo um céu meio azul, meio cinzento, e que começa a ganhar tons mais escuros devido ao anoitecer.
Mas deixem este clima louco pra lá, já que eu queria falar era de chuva. Eu gosto de chuva, acho gostoso. Claro que sair à pé, pegar ônibus, e enfrentar todos os desafios diários em dias de chuva - o que inclui desviar de guarda-chuvas - não é fácil nem muito divertido. Chega a ser irritante. Mas gosto de dias de chuva assim mesmo.
E enquanto estava escrevendo estes devaneios, me lembrei de uma música. Sendo mais específico, me lembrei da versão que o Rodrigo Amarante e a Fernanda Takkai gravaram para o ótimo "Um Barzinho, um violão", da música "Ritmo da Chuva". A música original foi gravada pela banda The Cascades, e fez muito sucesso no Brasil na década de 60 na versão de Demétrius.
Abaixo, você confere a apresentação de Amarante e Takkai. A dupla se mostra muito afinada, como sempre. Não é atoa que sou fã deles.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Foi só dar problema...
... que todo mundo já se esqueceu do tal acelerador de partículas!
Desde que ligaram ele, muita coisa estranha aconteceu. Na verdade, muita coisa estranha têm acontecido há algum tempo. Na verdade, têm tanta coisa estranha acontecendo que eu tenho estranhado muito quando algo normal acontece.
Mas quero só ver na hora que religarem o bicho e o risco do fim do mundo retornar...
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Charge do dia
Ainda sobre a vitória do Obama:
Obviamente, do Charges.com.br.
Destaque para o "Sobre a charge:"
"A vitória do primeiro presidente negro dos EUA é uma grande conquista. O cara é carismático, parece ser competente... dá mesmo um ar de mudança e a esperança de que dias melhores virão. Mas não podemos nos esquecer de uma coisa: muito melhor que o Bush ou não, ele continua presidente dos EUA..."
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Frases Célebres [3]
(Ernest Gellner - filósofo e antropólogo social checo naturalizado britânico)
O Obama venceu!
E agora?
Mais comentários em breve.
O que será dos Estados Unidos da América? E o que será do mundo?
Um novo presidente americano geralmente sempre abala as estruturas mundiais. Um novo presidente americano, cujo grande lema são as mudanças, com certeza abalará as estruturas mundiais. Fato que sua eleição foi comemorada mundo afora.
O mais interessante de tudo é ver como as coisas mudam. Há cinquenta anos, era impensável que um presidente negro assumisse a Casa Branca. A sociedade americana já foi - e talvez ainda seja - uma das mais racistas do mundo. E hoje possuem um presidente negro. Os tempos mudam.
Espero que as mudanças sejam para melhor. Tenho fé no Barak. Acho que ele será um presidente muito melhor que seus antecessores. Fico feliz de saber que talvez ainda haja esperança para o mundo.
Espero que ele não me decepcione.
Mas, na pior das hipóteses, pelo menos os estereótipos mudarão. Os presidentes americanos nos cinemas nunca mais serão os mesmos.
Tsc, tsc...
Passar uma semana sem postar nada é vergonhoso, né?
Tsc, tsc...
E eu continuo com problemas na hora de definir os "Marcadores" para cada postagem...
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Multiplicidade
Estou numa correria nos últimos dias que até tô parecendo o Usain Bolt.
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É mais ou menos como diria um amigo meu: "Dormir e comer é luxo..."
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Falando em dormir, se tem uma experiência desagradável é: ficar até mais de quatro horas da madrugada finalizando um trabalho para apresentar meio-dia, levantar cedo para assistir a aula da manhã, chegar lá e descobrir que não haverá aula.
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Na verdade, houve aula. Mas uma aula dada por uma outra pessoa. E essa outra pessoa já havia dado essa mesma aula em outra disciplina. E eu com sono.
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Sem contar o calor. Infernal. E eu aqui, ainda finalizando o trabalho, agora pra apresentar para o cliente. Sem contar todas as outras milhares de coisas que tenho pra fazer. Juro que não foi culpa minha, mas porque tudo tem sempre que acumular?
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Nesse momento da minha vida, tudo que eu mais queria era poder estar em um lugar tranquilo, deitado em uma rede, lendo O Poderoso Chefão. O livro é muito bom. Don Corleone é muito foda. E phoda. E etc.
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E já passou novamente de meia-noite. Isso tem acontecido bastante nos últimos dias! Parece que os relógios estão trabalhando contra a minha pessoa. Mas eu hei de resistir e vencer!
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Agora, boa noite.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Chegou o dia
Acompanhando as lamúrias de alguns membros do Tratado, percebi que não dá mais para fugir desta decisão. É hora de decidir o que vou seguir pelo resto da vida - ou por um bom tempo.
A dúvida: jornalismo? Publicidade? Radialismo? Relações Públicas?
Gosto de jornalismo. Gosto de escrever, e tenho vontade de trabalhar com isso. Não gosto de certos temas, mas nem tudo são rosas. Também não tenho paciência para apuração - o que é um problemão para quem quer trabalhar com isso.
Relações públicas é legal. Acho assessoria de imprensa legal (isso é algo do jornalismo, também), e gosto da parte de planejamento - muito! Mas não sei se teria paciência pra trabalhar muito tempo com isso. Na verdade, nem tive muito tempo pra conhecer direito essa área ainda.
Radialismo é, talvez, a minha paixão. Sempre gostei da idéia de trabalhar com rádio, tv, e todas as outras mídias eletrônicas. Muito legal, mas não é algo que eu quero passar a vida inteira trabalhando também. Acho. Talvez acabe se tornando um hobbie.
Publicidade é legal. Gosto da criação, gosto do planejamento, e gosto até do atendimento. Mas é muitas vezes (quase sempre) estressante. Fora os egos que temos que enfrentar e conviver, geralmente tão inchados que parecem aquelas bolas grandes de parque. Mas é desafiante.
Escolha difícil. É complicado gostar de todas, e não ter aquelas que você não gosta.
Mas acho que vou me divertir mais com publicidade.
Ou não.
domingo, 26 de outubro de 2008
O Segundo Dia
Estava eu no mundo dos sonhos, dormindo maravilhosamente bem, quando meu pai me acorda, perguntando:
"Que horas você tem que estar lá?"
"Sete horas, por quê?", eu respondo.
"Porquê já são sete e quinze."
Eu e minha pontualidade. Ou eu e minha dificuldade de acordar cedo, principalmente para ser mesário em pleno domingão.
Levanto correndo, arrumo correndo, tomo café correndo. Subo para o local de votação correndo (tá, andando em um ritmo mais rápido) e chego lá por volta de quinze para às oito. Tá tudo pronto pra começar, a urna ligada e funcionando, a zerézima (hein?) bonitinha. Só faltava uma coisa: a presidente da seção.
E num é que a danada nem apareceu? Sobrou pra quem? Claro que pra minha pessoa. Afinal, era o substituto imediato. E assim consigo uma promoção inesperada. Agora, eu era o Poderoso Chefão da seção onde estava. Mais poderoso que eu, só o juiz eleitoral.
Mas com um grande poder vêm também uma grande responsabilidade. Se desse algum pepino, sobraria pra quem resolver? Eu. Fora toda aquela burocracia de assinar todos os cadernos de votação, comprovantes, e etc. Mais trabalho.
Mas foi divertido, de certo modo, como no primeiro turno. Não tive tempo de ler as revistas em quadrinhos que estavam lá, mas até que foi tranquilo. Afinal, era votação só para prefeito.
Tô com medo é da próxima eleição: pela tendência, serei convocado de novo. E pelo acontecido, provavelmente como presidente. E haverá votação para Presidente, Governador, Deputado Federal, Deputado Estadual, e dois Senadores. Ou seja, seis cargos. Ou seja, fudeu.
Mas 2 anos é muito tempo.