sábado, 22 de agosto de 2009

Go, Johnny, Go!

Se tem uma coisa da qual não posso reclamar é da minha influência musical na infância. Músicas de todos os gêneros, para todos os gostos, e sempre da melhor qualidade. Cresci escutando Elvis, Sinatra, Chico e vários outros e desde novo tomei gosto por um ritmo em especial: o Rock And Roll.

Mas não o Rock moderno, o Rock clássico - é bom deixar isto claro. O rock não só de Elvis, mas de Bill Haley, Little Richard, Jerry Lee Lewis, entre outros. O Rock, com 'O' maiúsculo.

E ontem eu tive a oportunidade de vivenciar um momento único, que eu nunca havia imaginado presenciar: Chuck Berry, ao vivo.

Quando as luzes se apagaram e aquele senhor, no auge dos seus 82 anos, apareceu no palco com sua clássica boina e sua inseparável guitarra Gibson, confesso, foi de arrepiar.

É claro que o show não foi perfeito. A idade pesa até para um deus da música, e os quase 83 aninhos fazem diferença no palco - o que não o impede de empolgar a platéia com sua famosa dança do pato, ou quando impede os seguranças de expulsarem um "invasor" do palco e ainda dança ao lado dele. O show também é curto - cerca de uma hora - mas é o suficiente para arrepiar. Afinal, não é todo dia que podemos escutar Johnny B. Goode ao vivo por Chuck Berry em carne, osso e muito rock and roll.

Para quem perdeu, uma pequena amostra do rei do rock em show realizado no ano de 1983:

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Feliz semestre novo!

Luis Fernando Verissimo, em um de seus sempre ótimos textos, afirma que cumpriria rigorosamente no ano que se inicia a resolução que tomou no final do anterior: “não mais tomar resoluções de ano novo” (Check-up, em As mentiras que os homens contam).

Ora, mas não foi uma resolução sábia? Quem de nós consegue cumprir as resoluções que inventa para sua vida em toda virada de ano? Se você consegue, parabéns, é o primeiro da espécie que faz isso e um marco da evolução – ponto para Darwin.

Como o ano só começa mesmo depois do carnaval para nós brasileiros, até lá costumamos não nos lembrar mais e na correria do dia-a-dia tudo continua na mesmice. Eu mesmo sempre prometo isso ou aquilo e acabo não cumprindo nem isso nem aquilo. Taí a prova: mais de dois meses sem nenhuma postagem nova no blog. E o número de livros lidos no ano, então, passa longe do esperado. Nem todos os blogs que eu pretendia acompanhar consegui – tenho de admitir que o volume de informação hoje em dia é realmente grande.

Mas é tempo de mudanças! Afinal, para quem a vida agora é regida por semestres, estamos no momento de começarmos tudo de novo. Semestre novo, novas disciplinas, novas tarefas, aprendizados... e promessas? Não, melhor deixar isso pra lá. Vou seguir o exemplo do nosso querido autor e parar com essa bobagem. Postarei aqui o máximo possível – até como forma de exercitar a escrita, lerei o máximo de livros possíveis, acompanharei todos os blogs que eu conseguir, e por aí vai. Mas tudo dentro do possível e sem novas resoluções. Afinal, é como ele, LFV, afirma ao final do texto anteriormente citado: “O homem maduro é o que desiste da virtude impossível para não perder a possível.”

PS: Mudanças e novidades em breve. Mas, neste caso, o "breve" depende menos de mim que de outras coisas. Então...

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Rodrix



"Zé Rodrix, nome artístico de José Rodrigues Trindade, (Rio de Janeiro, 25 de novembro de 1947 — São Paulo, 22 de maio de 2009) foi um compositor, multiinstrumentista, cantor, publicitário e escritor brasileiro. Estudou no Conservatório Brasileiro de Música, desenvolvendo a característica da multi-instrumentalidade: tocava piano, acordeão, flauta, bateria, saxofone e trompete. Tornou-se conhecido em 1967, ao participar do festival na TV Record daquele ano, acompanhando Marília Medalha, Edu Lobo e o Quarteto Novo em "Ponteio". Na década de 1970, participou da banda Som Imaginário, que gravou com Milton Nascimento. Nessa época, Zé Rodrix compôs junto com Tavito a canção "Casa do Campo", uma de suas composições mais famosas, que foi um grande sucesso na voz de Elis Regina, logo em seguida fez um conjunto de rock rural com Sá e Guarabyra: Sá, Rodrix e Guarabyra, no qual compôs um famoso jingle para a Pepsi, notabilizado pelo verso: "só tem amor quem tem amor pra dar". Zé Rodrix saiu do trio antes do final da década de 1970, quando passou a fazer parte do grupo Joelho de Porco. Abandonou a música pela publicidade nas décadas de 1980 e de 1990. Em 2001 reuniu-se novamente a Sá e Guarabyra. No início da década de 2000 revelou que era maçom, chegando a lançar a trilogia de livros denominada "trilogia do templo" sobre a Maçonaria. A trilogia é composta dos títulos: Johaben: Diário de um Construtor do Templo, Zorobabel: reconstruindo o templo e Esquin de Floyrac: O fim do Templo. Zé Rodrix morreu às 0h45 minutos do dia 22 de maio de 2009, após sentir-se mal e ser levado ao Hospital das Clínicas, em São Paulo, onde residia." (Wikipédia)

Grande músico. Que descanse em paz e muito obrigado pelas belas canções!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Quando eu crescer...

...eu quero trabalhar em propaganda.



Opa, peraí, eu já trabalho. Ah, foi por isso que eu sumi. Não, eu não morri. Sim, eu sei, você ficou frustrado(a) agora por saber que ainda estou vivo... fazer o quê, né?

domingo, 19 de abril de 2009

Música do Dia

 Tim Maia - Sossego

#3 Páscoa

#3 Páscoa

sábado, 11 de abril de 2009

Lá e de volta outra vez

Sim, vou ser novamente metalinguístico (para alegria de certas pessoas).

Não, não participei de nenhuma aventura ultimamente.

Nem fui abdusido, preso, sequestrado, e etcétera.

Sumi mesmo. Não tô tendo muito tempo, não tô tendo muito ânimo, mas como ninguém não tem nada a ver com isso, vou começar a me esforçar mais pra postar coisas legais aqui.

E tenho dito. De novo.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Skoob Do!

Não, este texto não falará sobre o simpático e corajoso (aham) cachorro dos desenhos animados. O objetivo dele é divulgar a minha mais nova modinha: Skoob.

O Skoob é uma espécie de estante virtual, onde você registra os livros que possui, os que leu, está lendo ou lerá algum dia. Você pode aproveitar também para fazer uma resenha e avaliar a obra.

O mais divertido de tudo é o "paginômetro", que indica quantas páginas você já leu até o momento na sua vida. Com certeza foram muitas até hoje e se Deus quiser serão muitas mais ainda. Mas, por ora, lá está zerado.

Explico: quando me registrei, empolguei e saí adicionando vários e vários títulos. Desde Senhor dos Anéis, até Agatha Christie e livros que li lá pela quinta série. Mas aí pensei melhor e resolvi reiniciar minha vida leiturística - coisa que eu sempre quis fazer. Então, removi todos os títulos e começarei do zero.

O primeiro livro da lista será o que eu peguei emprestado essa semana com uma amiga, a Valu: Marley e Eu. E já tem outros na fila, começando com O Guia do Mochileiro das Galáxias (sim, irei reler a série novamente em breve). E, é claro, O Poderoso Chefão.

Agora vai ficar fácil de verificar e controlar minhas metas de leitura. Eu havia estipulado uma meta de 30 livros neste semestre, mas acho que não conseguirei cumprir, ainda mais reiniciando a lista. Então, vou atualizar: 50 livros este ano. Será que dá?

sexta-feira, 20 de março de 2009

Música do dia

Marcelo Camelo - Liberdade!

quinta-feira, 19 de março de 2009

#2 Fish

#2 Fish