E não é que a sexta chegou?
Semanazinha difícil. Mas nem dá pra reclamar: a próxima promete ser pior!
Mas pelo menos passou. Sempre passa. E a gente sempre dá conta de tudo. Como algumas coisas que estavam atravancando meu caminho, o que me fez lembrar do grande Mario Quintana.
Então, para alegrar a vida de todos, um poeminha:
POEMINHO DO CONTRA
Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!
Mario Quintana
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Passarinho
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Cuidado!
O Ministério da Saúde adverte: os próximos dias prometem altos índices de estresse.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Dissertações sobre o nada
Encarar o branco geralmente não me assusta. Sempre gosto de começar um novo trabalho, um novo texto, por mais que possa ser doloroso. As primeiras palavras são as mais difíceis, mas as mais prazerosas - e quando elas saem, as coisas começam a fluir.
Mas tem dias que o branco dá medo. São aqueles dias tais como hoje, dias que você gostaria de poder falar sobre tudo e não consegue falar sobre nada. Não são dias ensolarados nem cinzentos, são apenas dias. Dias comuns são terríveis.
Estava com vontade de escrever. Sobre o quê, não sei. Pensei em muitas coisas, e gostaria de escrever sobre todas elas, mas também não era exatamente o que eu queria - e quero. Não sei.
Pensei em escrever sobre o meu dia, que até foi interessante, e sobre as trivialidades da vida. Pensei, também, em escrever sobre as várias coisas que têm dado errado nos últimos dias, meses, anos... muito em parte por minha culpa, muito em parte por obra do tal destino. Sobre o destino e o mal chamado tempo. Mas também não era isso.
Queria falar sobre minhas tarefas diárias, mas seria repetitivo. Pensei em falar sobre como certas coisas, que, por mais que você tenta resolver, empecilham novidades boas. Novidades que você batalhou muito para conseguir.
Queria falar sobre o destino, e sobre os sentimentos mais sombrios que nos perseguem. Queria conseguir falar sobre um grande amigo que partiu, e deixou somente a saudade, as lembranças, e suas canções. Mas não consigo, ainda.
Poderia falar também sobre a minha vontade súbita de escutar Djavan, mas nem eu entendo.
Iria ser mais divertido falar sobre alguma das campanhas interessantes que eu vi nestes últimos dias, sobre alguma música legal, sobre algum livro ou filme. Mas não.
Talvez eu quisesse mesmo falar sobre o nada, e sobre o tudo. Talvez, por causa de sentimentos que tentamos enterrar, pessoas que tentamos esquecer, e que se torna uma tarefa impossível, nos atormentando por tempos e tempos, até que, de repente, tudo parece voltar à tona mais forte que nunca - por algum motivo inexplicável, por causa de um simples olhar.
Só sei que, no fim, consegui uma coisa: transformar isto aqui em um diário. Não pretendia fazer isto deste blog, mas hoje foi inevitável. É muita coisa acumulando, noites mal dormidas, trabalhos extensos que insistem em não terminar, pessoas incompreensíveis, intolerantes, cobranças exageradas, serviço em demasia, e uma baita necessidade de férias. De fugir para bem longe, nem que seja no pensamento.
No fim, talvez tenha conseguido falar sobre tudo e sobre nada. Me desculpe, leitor, mas foi somente com isto que consegui enfrentar o branco hoje.
domingo, 16 de novembro de 2008
Tributo à George W. Bush
Ele pode ter sido um péssimo presidente, feito várias guerras inúteis, matado muitas pessoas e conseguido a incrível proeza de quebrar a maior economia do mundo, mas divertiu muita gente.
Agora que o frenesi da "Obamania" está passando, é hora de relembrar os melhores momentos de George W. Bush no programa do David Letterman (no Brasil, você pode conferir no canal pago GNT - pena que os horários atualmente não são muito bons, antigamente passava no horário nobre e valia a pena assistir).
Dói admitir isso, mas vai deixar saudades.
E ainda tem gente que fala do Lula...
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Contradição
Hoje estou chateado e revoltado o suficiente para não postar nada, sem falar no cansaço. E, claro, nas coisas que eu teria de fazer, mas elas não são mais importantes que o blog. Então, só estou postando para avisar que não vou postar (daí a contradição), pelos motivos citados acima - principalmente o chateado e o revoltado.
Culpa do futebol...
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Se...
Se todos os e-mails que eu recebo diariamente fossem cartas, a Amazônia já teria ido pro saco faz tempo!
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Chuva
Quem mora em Belo Horizonte já se acostumou com este clima louco. Um dia como hoje prova que não existem regras por aqui. Acordei com uma chuva forte, e tomei café olhando pela janela a chuva fraca que caía - fraca, mas chata para quem precisa sair de casa.
Como resolvi adiantar algumas coisas antes de sair, deu tempo da chuva parar. Não peguei chuva no caminho para a faculdade, nem no caminho de volta. Mas estava quente. Quando cheguei em casa à tarde - já que resolvi voltar mais cedo para adiantar outros serviços -, o tempo estava abrindo. Mas passou pouco tempo e choveu de novo. Agora, quando olho pela janela, vejo um céu meio azul, meio cinzento, e que começa a ganhar tons mais escuros devido ao anoitecer.
Mas deixem este clima louco pra lá, já que eu queria falar era de chuva. Eu gosto de chuva, acho gostoso. Claro que sair à pé, pegar ônibus, e enfrentar todos os desafios diários em dias de chuva - o que inclui desviar de guarda-chuvas - não é fácil nem muito divertido. Chega a ser irritante. Mas gosto de dias de chuva assim mesmo.
E enquanto estava escrevendo estes devaneios, me lembrei de uma música. Sendo mais específico, me lembrei da versão que o Rodrigo Amarante e a Fernanda Takkai gravaram para o ótimo "Um Barzinho, um violão", da música "Ritmo da Chuva". A música original foi gravada pela banda The Cascades, e fez muito sucesso no Brasil na década de 60 na versão de Demétrius.
Abaixo, você confere a apresentação de Amarante e Takkai. A dupla se mostra muito afinada, como sempre. Não é atoa que sou fã deles.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Foi só dar problema...
... que todo mundo já se esqueceu do tal acelerador de partículas!
Desde que ligaram ele, muita coisa estranha aconteceu. Na verdade, muita coisa estranha têm acontecido há algum tempo. Na verdade, têm tanta coisa estranha acontecendo que eu tenho estranhado muito quando algo normal acontece.
Mas quero só ver na hora que religarem o bicho e o risco do fim do mundo retornar...
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Charge do dia
Ainda sobre a vitória do Obama:
Obviamente, do Charges.com.br.
Destaque para o "Sobre a charge:"
"A vitória do primeiro presidente negro dos EUA é uma grande conquista. O cara é carismático, parece ser competente... dá mesmo um ar de mudança e a esperança de que dias melhores virão. Mas não podemos nos esquecer de uma coisa: muito melhor que o Bush ou não, ele continua presidente dos EUA..."
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Frases Célebres [3]
(Ernest Gellner - filósofo e antropólogo social checo naturalizado britânico)