Estes dias, durante uma aula, tive a oportunidade de assistir o primeiro trabalho realizado por Tim Burton: o curta Vincent, realizado por ele no ano de 1982, enquanto ainda trabalhava na Disney. Conta a história de Vincent Malloy, um garoto de 7 anos que sonha em ser como Vincent Pride, astro do cinema de terror.
A história é contada como um poema (as rimas são sensacionais!), escrito por Burton e narrada pelo próprio Pride. Visivelmente, o talento criativo de Burton e suas peculiaridades já estão presentes neste pequeno curta, suas características já são bem marcantes aqui e dá pra realmente falar que é "um curta do Tim Burton".
Como é um filme de curta-metragem, não existe nenhuma dificuldade em encontrar no Youtube. Existe uma versão legendada, que você pode assistir abaixo:
Confesso não ser o maior fã dos trabalhos do Tim Burton - mas muito por não conhecer e em um primeiro momento não me atrair, mas este curta é realmente bom e merece um 8.
sábado, 14 de novembro de 2009
O primeiro trabalho de Tim Burton
Crítica - Ano Um
Desde Arrested Development, gosto do trabalho do jovem ator Michael Cera e tanto Juno como Superbad são provas do seu enorme talento para comédias. Já Jack Black dispensa apresentações. E a dupla Jack e Michael interpretam os personagens principais de Ano Um, Zed e Oh.
Zed é um caçador preguiçoso e atrapalhado que sempre acaba arrumando confusão com os outros caçadores da aldeia. Oh não chega nem perto de ser um caçador: é apenas um coletor.
Depois de comer o fruto proíbido, o personagem de Black é expulso da aldeia e o jovem coletor acaba seguindo os passos do amigo. E assim eles acabam descobrindo mundos além dos que supostamente imaginavam existir, passando por várias épocas e encontrando-se com vários personalidades famosas como Caim, Abel e Abrahão.
Não é atoa que o filme foi lançado direto em DVD no Brasil, mesmo preparado para ser lançado nos cinemas: muitas piadas não funcionam e todo o potencial da história acaba sendo desperdiçado. Tirando alguns bons momentos espalhados pelo filme (existem, sim, momentos bastante divertidos), a dupla Jack Black e Michael Cera acaba desperdiçando seu potêncial para comédias com um filme assim.
Vale uma nota 5/10: tá na média.
Entendendo o novo sistema de notas
Agora que vou transformar em rotina analisar os filmes, álbuns, livros e o que mais for que eu tiver contato, desenvolvi um sistema inédito de notas (NOT!).
Basicamente, as notas variarão entre 0 e 10, sendo 0 a menor e 10 a maior (precisava mesmo explicar?).
Cada nota tem um "conceito" atribuído.
É mais ou menos assim:
0 - Horrívelmente horrível
1 - Pior que ruim, horrível.
2 - Uma categoria abaixo de ruim.
3 - Ruim
4 - Escapou de ser ruim por um triz.
5 - Médio. Meio-termo. Razoável.
6 - Foi quase bom!
7 - Bom!
8 - Superou o bom!
9 - Matador!
10 - Estonteantemente excepcional!
Os conceitos são bastante flexíveis, especialmente os meio-termos. Mas é bom montar uma escala para ter parâmetros de comparação. Metodologicamente funciona, certo? :)
sábado, 7 de novembro de 2009
Comentário avulso e desnecessário
Recategorizando as postagens do Subeta cheguei a uma conclusão óbvia: como eu sou metalinguístico!
É, eu sei que era desnecessário esse tipo de comentário.
Editorias (ou Categorias, no caso)
Com a iminente reformulação que a Companhia Cibernética de Sirius pretende implementar aqui no Subeta, uma das primeiras coisas foi criar editorias pra ajudar a direcionar o trabalho.
Mas como editorar (existe esse verbo? Sim, existe!) um blog que não tem sentido nenhum?
Tive de definir alguns temas chaves que gosto e pretendo escrever, e agrupei eles em algumas categorias. Então, vamos à elas:
Livros - Quem não sabe o que é um livro, por favor, atire-se da janela. Esta editoria trará análise, crítica e indicação de livros e autores, comentários avulsos, etc.
Filmes - Quase a mesma coisa da categoria Livros, mas será sobre filmes.
TV - Quase a mesma coisa das categorias Livros e Cinema, mas será sobre TV de um modo geral.
Séries - Quase a mesma coisa das categorias Livros, Cinema e TV, mas será sobre Séries de um modo geral.
Música - Quase a mesma coisa das categorias Livros, Cinema, TV e Séries, mas será sobre Música de um modo geral.
Trilha Sonora - Uma das coisas que eu mais gosto nos filmes são as trilhas sonoras. Quando bem escolhidas, são o tempero especial da produção. Aqui falarei sobre algumas trilhas, sobre as músicas no cinema (e tv ou séries tb), indicarei alguma em especial, etc. É a fronteira entre as categorias Música e Cinema.
Top N - Vez ou outra, lançarei algum Top 10, ou Top 5, ou Top 3...
Internet - Assuntos relativos à internet de um modo geral. Sites legais, vídeos legais, coisas legais... ou tudo que for chato também.
Comics - As tirinhas que eventualmente, muito eventualmente, eu publico...
Publicidade - Campanhas, produções, comentários, etc.
Marketing - Outro assunto que gosto muito e vou acabar postando várias vezes sobre.
Design - Tópicos sobre a área de design.
Fotografia - Fotografia é uma coisa legal. Assuntos sobre este tema entram nesta editoria.
Crônicas e Contos - Espaço de publicação de crônicas e contos de minha autoria.
Esportes - Espaço reservado para falar sobre esportes em geral. Mas, no fim, acabarei falando mais de futebol que de qualquer outra coisa.
Frases Célebres - Frases e citações marcantes.
Games - Tudo relacionado ao mundo dos jogos.
Metalinguagem - Postagens como essa, que são extremamente metalinguísticas.
A Vida, o Universo e Tudo Mais - Qualquer assunto relacionado à vida, ao universo e à tudo mais.
ANI (Assunto Não-Identificado) - Se o assunto não se enquadra em nenhuma das categorias acima, ou em várias, ele se enquadra aqui.
Bem amplo, né? Mas necessário, agora que o blog está virando um projeto realmente importante. E talvez essas editorias sejam mais categorias que editorias, mas enfim.
E mais novidades vem aí!
Mãos à obra!
Update - Nova categoria: NoVocabulário.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
The Times They Are a-Changing
Bob Dylan já cantava que os tempos estão mudando. E estão mesmo.
Passei os últimos seis meses mergulhado em uma viagem muito maluca, em um ritmo muito frenético e muito apertado com as obrigações assumidas. Mas o tempo passa e as coisas se transformam.
Alguns projetos que me dediquei inteiramente nos últimos tempos chegaram ao fim, e agora posso me dedicar à coisas novas. E novidade sempre é bom.
Daí, uma das coisas que pretendo fazer é transformar este blog num espaço realmente ativo. É uma meta que pretendo cumprir, não apenas uma promessa.
Tenho outras ideias de projetos, mas essas vou compartilhando com o tempo. O importante é que vou tirar a poeira daqui, dar uma faxinada, e volta à ativa. Isso é importante e vai ser bom.
sábado, 22 de agosto de 2009
Go, Johnny, Go!
Se tem uma coisa da qual não posso reclamar é da minha influência musical na infância. Músicas de todos os gêneros, para todos os gostos, e sempre da melhor qualidade. Cresci escutando Elvis, Sinatra, Chico e vários outros e desde novo tomei gosto por um ritmo em especial: o Rock And Roll.
Mas não o Rock moderno, o Rock clássico - é bom deixar isto claro. O rock não só de Elvis, mas de Bill Haley, Little Richard, Jerry Lee Lewis, entre outros. O Rock, com 'O' maiúsculo.
E ontem eu tive a oportunidade de vivenciar um momento único, que eu nunca havia imaginado presenciar: Chuck Berry, ao vivo.
Quando as luzes se apagaram e aquele senhor, no auge dos seus 82 anos, apareceu no palco com sua clássica boina e sua inseparável guitarra Gibson, confesso, foi de arrepiar.
É claro que o show não foi perfeito. A idade pesa até para um deus da música, e os quase 83 aninhos fazem diferença no palco - o que não o impede de empolgar a platéia com sua famosa dança do pato, ou quando impede os seguranças de expulsarem um "invasor" do palco e ainda dança ao lado dele. O show também é curto - cerca de uma hora - mas é o suficiente para arrepiar. Afinal, não é todo dia que podemos escutar Johnny B. Goode ao vivo por Chuck Berry em carne, osso e muito rock and roll.
Para quem perdeu, uma pequena amostra do rei do rock em show realizado no ano de 1983:
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Feliz semestre novo!
Luis Fernando Verissimo, em um de seus sempre ótimos textos, afirma que cumpriria rigorosamente no ano que se inicia a resolução que tomou no final do anterior: “não mais tomar resoluções de ano novo” (Check-up, em As mentiras que os homens contam).
Ora, mas não foi uma resolução sábia? Quem de nós consegue cumprir as resoluções que inventa para sua vida em toda virada de ano? Se você consegue, parabéns, é o primeiro da espécie que faz isso e um marco da evolução – ponto para Darwin.
Como o ano só começa mesmo depois do carnaval para nós brasileiros, até lá costumamos não nos lembrar mais e na correria do dia-a-dia tudo continua na mesmice. Eu mesmo sempre prometo isso ou aquilo e acabo não cumprindo nem isso nem aquilo. Taí a prova: mais de dois meses sem nenhuma postagem nova no blog. E o número de livros lidos no ano, então, passa longe do esperado. Nem todos os blogs que eu pretendia acompanhar consegui – tenho de admitir que o volume de informação hoje em dia é realmente grande.
Mas é tempo de mudanças! Afinal, para quem a vida agora é regida por semestres, estamos no momento de começarmos tudo de novo. Semestre novo, novas disciplinas, novas tarefas, aprendizados... e promessas? Não, melhor deixar isso pra lá. Vou seguir o exemplo do nosso querido autor e parar com essa bobagem. Postarei aqui o máximo possível – até como forma de exercitar a escrita, lerei o máximo de livros possíveis, acompanharei todos os blogs que eu conseguir, e por aí vai. Mas tudo dentro do possível e sem novas resoluções. Afinal, é como ele, LFV, afirma ao final do texto anteriormente citado: “O homem maduro é o que desiste da virtude impossível para não perder a possível.”
PS: Mudanças e novidades em breve. Mas, neste caso, o "breve" depende menos de mim que de outras coisas. Então...
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Rodrix
"Zé Rodrix, nome artístico de José Rodrigues Trindade, (Rio de Janeiro, 25 de novembro de 1947 — São Paulo, 22 de maio de 2009) foi um compositor, multiinstrumentista, cantor, publicitário e escritor brasileiro. Estudou no Conservatório Brasileiro de Música, desenvolvendo a característica da multi-instrumentalidade: tocava piano, acordeão, flauta, bateria, saxofone e trompete. Tornou-se conhecido em 1967, ao participar do festival na TV Record daquele ano, acompanhando Marília Medalha, Edu Lobo e o Quarteto Novo em "Ponteio". Na década de 1970, participou da banda Som Imaginário, que gravou com Milton Nascimento. Nessa época, Zé Rodrix compôs junto com Tavito a canção "Casa do Campo", uma de suas composições mais famosas, que foi um grande sucesso na voz de Elis Regina, logo em seguida fez um conjunto de rock rural com Sá e Guarabyra: Sá, Rodrix e Guarabyra, no qual compôs um famoso jingle para a Pepsi, notabilizado pelo verso: "só tem amor quem tem amor pra dar". Zé Rodrix saiu do trio antes do final da década de 1970, quando passou a fazer parte do grupo Joelho de Porco. Abandonou a música pela publicidade nas décadas de 1980 e de 1990. Em 2001 reuniu-se novamente a Sá e Guarabyra. No início da década de 2000 revelou que era maçom, chegando a lançar a trilogia de livros denominada "trilogia do templo" sobre a Maçonaria. A trilogia é composta dos títulos: Johaben: Diário de um Construtor do Templo, Zorobabel: reconstruindo o templo e Esquin de Floyrac: O fim do Templo. Zé Rodrix morreu às 0h45 minutos do dia 22 de maio de 2009, após sentir-se mal e ser levado ao Hospital das Clínicas, em São Paulo, onde residia." (Wikipédia)
Grande músico. Que descanse em paz e muito obrigado pelas belas canções!
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Quando eu crescer...
...eu quero trabalhar em propaganda.
Opa, peraí, eu já trabalho. Ah, foi por isso que eu sumi. Não, eu não morri. Sim, eu sei, você ficou frustrado(a) agora por saber que ainda estou vivo... fazer o quê, né?